Síndrome da Alienação Parental – Divorcio e Separação – Um conflito para os filhos

April 4, 2009 – 12:18 pm

A síndrome da alienação parental é uma questão discutida na separação de casal e no divórcio quando o casal disputa a guarda dos filhos e/ou quando o divórcio litigioso trás conseqüências que afetam o comportamento dos filhos.

A separação e o divórcio são situações que muitas vezes provocam grandes estresses e desencadeiam conflitos, os quais podem trazer conseqüências desastrosas quando tem crianças envolvidas e disputas sobre a guarda de filhos.

Um dos parceiros ou ambos por se contrapor e não aceitar às questões discutidas no divórcio, exerce comportamentos inadequados e prejudiciais às crianças, principalmente quando as usam para tirar proveito e angariar vantagens sobre o parceiro influenciando o comportamento dos filhos, às vezes criando alianças perigosas com os filhos como forma de ataque ao outro.

Maier e Lachman (2000) verificaram que a separação dos pais na infância devido ao divórcio prediz conseqüências negativas para a saúde das crianças que podem afetar tanto a nível psicológico quanto físico.

As crianças sofrem emocionalmente e psicologicamente, quando seus pais se divorciam e estas conseqüências negativas são potencializadas quando os filhos são constantemente expostos a conflitos entre seus pais.

Do mesmo modo, a relação entre a criança e seus pais podem
mudar devido ao poder paternal que cada um exerce durante o processo de separação, influenciando muitas vezes as crianças a agir contra o outro parceiro.

As crianças durante este período de transição e adaptação são muito susceptíveis a incorporar as perdas e a tristeza de cada um dos envolvidos e a de tentarem cobrir e satisfazer a necessidade de atenção dos progenitores, principalmente quando detectam que um está sofrendo mais do que o outro.

NO entanto, a vulnerabilidade emocional da criança não permite que consiga ter uma maior compreensão sobre o que está acontecendo, ficando a mercê da manipulação que um dos pais, ou ambos, pode fazer na tentativa de atacar o parceiro por meio de chantagens emocionais, usando a criança como escudo ou como ataque e angariando vantagens para si.

Estas conseqüências podem inclusive influenciar de tal forma os filhos que estes mais tarde pode refletir em suas relações as dificuldades emocionais vivenciadas neste período e desta forma, evitando relações mais consistentes ou gerando agressividade, crises de ciúmes e conflitos amorosos.

Neste período de separação as crianças enfrentam maior ansiedade, medo do futuro, insegurança, sentem-se confusas e perdidas, não sabendo em quem acreditar, inclusive no que é o amor. Acham que a atenção que sempre acreditavam que iriam receber de ambos com a separação isso pode não mais ocorrer e irão perder parte deste carinho.

As crianças vivenciando os conflitos reais de uma separação litigiosa podem construir crenças sobre apoio social precário, possuem pior autoconceito, medo de abandono, dificuldades em comportamentos interpessoais, queda de rendimento escolar e cognitivo, autoculpa, etc.

O efeito do estresse de uma separação litigiosa pode ser
diminuído se pelo menos um dos pais oferecer proteção e recursos positivos para este enfrentamento.

A investigação tem enfatizado a importância dos serviços sociais de apoio e incentivo positivo para a criança após o ajustamento paternal por conseqüência de um divórcio.

O apoio psicológico e o acompanhamento da criança durante o processo de adaptação ajuda muito no esclarecimento, na expressão dos sentimentos e no acolhimento das fantasias que a criança cria na tentativa de entender os conflitos parentais.

Alem disso, quando existem tensões sobre os familiares, os avós, desde que também com comportamentos e atitudes adequadas, podem ajudar a prestar apoio suplementar com as crianças.

Veja mais sobre guarda de filhos e conseqüências de um divórcio e a influência no comportamento dos filhos acessando a categoria relacionamento e separação ou os links desta página.

  1. 10 Responses to “Síndrome da Alienação Parental – Divorcio e Separação – Um conflito para os filhos”

  2. sofro muito com a distancia de meu filho de 08 anos ., sempre fomos muito amigos, quando me separei ele tinha 05 anos, mesmo ambos tristes, conseguimos conviver quinzenalmente, de acordo com a visitação legal. Ocorre que conforme foi crescendo, 6,7, e principalmente 8 anos, foi ficando arredio, muitíssimo adulto, presenciou várias brigas da mãe para que ele não mais viesse comigo, tive que entrar com mandado judicial, etc, antes gostava muito de minha companheira, hoje nem seu nome pronuncia e, por último, não quer mais nem passear comigo. Posso em Juizo requerer uma avaliação psicológica do mesmo. Em tempo. A irmão , minha filha também, de 17 anos, não se dá comigo, pois ficou inteiramente a favor da mãe,, angariando, com isto benesses e permissibilidade, contra minha vontade, o que faz com que a mesma influencie sobremaneira o menor. o que devo fazer? Já tem mais de 02 meses que não saio com meu filho.Quando fui embora, deixei um apartamento todo montado, com TRES QUARTOS, UM PARA CADA UM DELES, UM CARRO NA GARAGEM E PAGO REGIAMENTE UMA PENSÃO DE UM SALARIO MINIMO E MEIO.A MÃE JÁ CASoU DE NOVO E MORA NESTE LOCAL COM UMA PESSOA (SEU COMPANHEIRO) NEM NA ESCOLA SOU AUTORIZADO A SABER DOS ESTUDOS DE MEU FILHO. UM HORROR !

    SDS
    GERALDO RODRIGUES
    GERADV@IG.COM.BR

    By geraldo rodrigues on Jun 5, 2009

  3. Estou separado judicialmente desde 2001. O fim do meu casamento se deu pela insistência da ex-esposa em abrigar em nossa casa o pai, triplo-homicida condenado, fugitivo, o primeiro assassinato tendo como vítima a própria esposa, que nem cheguei a conhecer como sogra. Até o ano passado não tinha problemas com duas filhas, de 7 e 9 anos, quando estabeleci outro vínculo conjugal. O relacionamento das filhas com a nova companheira e a filha dela é ótimo. Sequer estamos morando juntos, mas o relacionamento estável encontra-se consolidado. Sempre tive homologado um regime de visita amplo, com garantias de finais de semana e feriados. Hoje sofro já há oito meses com a alienação por parte da ex-esposa. Minhas filhas já demonstram pavor quando “têm” que me encontrar, por força de liminar e multa, em caso de descumprimento, conseguidas na Justiça. Na prática pude constatar que os caminhos civilizados e legais nada podem – ao contrário, aumentam o problema – contra a perversão de incutir pavor nas filhas (a mãe diz que se elas me visitarem, não precisam voltar para casa, pois ela “desaparecerá”); e eu, pacifista e conciliador por natureza, só conto com o tempo e um “final feliz”. Atribuo esta hipocrisia a uma Justiça pouco laica, de índole católica, que detém na imagem da mãe um ser eternamente sofredor, carente, hipossuficiente e de “bom caráter”: não é o caso da minha ex-esposa, que recebe três vezes o que ganho, é profissional liberal, médica com pós-Doutorado na Europa, apropria-se, em nome das filhas, de 30% do meu salário bruto – cerca de R$ 6mil mensais (sou funcionário público federal com dedicação exclusiva) – e deixa faltar roupas, uniformes, assistência, livros e lazer, atribuindo esta “pobreza” a mim. Lamentável. Também, em um país onde há uma lei que atribui gênero (“o agressor”, no masculino, de uma certa Maria da Penha), todos homens são canalhas…Exceto quem não é…

    Minha pergunta é: antes de agradecer aos congressistas, o Projeto já é Lei?

    By Marco "João da Penha" on Sep 22, 2009

  4. Estou me separando do meu ex-marido, e até então ele tem usado meus milhos contra mim.
    Estou tendo um relacionamento, com uma pessoa que aconteceu apos a separação, mas eles não aceitam. ele levou meu dois filhos um de 7 e o outro de 16 a casa d meu nomarado, dizendo e fazendo escandalo, dizento que ele estava destruindo minha filha e filhos, foi horrivel. fiquei mau falada no bairro, e desde então meu filho acha que sou uma vagabunda. meu filho mudou o comportamento comigo,. ele diz para eles que não sou boa mãe, o que é mentira. em 16 anos de casamento sempre fui fiel, carinhosa, e sempre foi mãe sim, e pai também, ja que ele quase sempre estava desempregado.
    quero meus filhos e estou sofrendo vendo me filho sofrer, estou procurando um psicologo para ele, o que estou passando pode ser enquadrado, nes sindrome de alienação parental.
    Outra coisa, após a separação ele tentou se matar, e constantetemente, vive me fazendo pressão psicologica.

    se puder responder , obrigada

    By Rosanfela on Oct 19, 2009

  5. Eu passo por uma situaçao muito triste. Separei de corpo em 10/10/2007 devido ao fato de que a minha ex-esposa estar me traindo com um homem casado, onde esperava que eu saisse de casa para manter relacoes com ele e inclusive na frente de minha filha. foi feito um pedido de separaçao judicial em 28/11/2007 e o Juiz da Comarca de Ibirite, decidiu passar a guarda para a criança onde deste a data de 10/10/2007, nao vejo a criança, nao tenho nenhum tipo de contato com a criança e a minha ex-esposa ja proferiu em juizo se so deixa que eu tenha contato com a criaça de for na presença dela e nao me deixa ver a criança a mais de dois anos. A Juiza de Ibirite que esta com o Caso e a Promotora de Ibirite nao atendem a nenhuma solicitaçao minha ignorando totalmente o meu direito paterno assegurando somente a minha ex-esposa o direito de receber a pensao e pelo que observo, nao tenho direito nenhum, nem o direito de ver a minha propria filha, que so descubro que esta passando mal quando chega para mim os descontos medicos.

    Isto e justiça? Na ultima audiencia, chegou falar perante o juiz que a criança me odeia… Isto que e Justiça?

    Pagar eu devo, mais ver a criança jamais poderei ver na minha vida? Que justiça e esta que so olha os interesses da mulher, custa o que custar? Onde tiraram a criança de mim para fazer com que ficasse com a mae e depois alebar que eu ja nao tenho ligaçao afetiva com a criança? SEra que so a mulher possui coraçao e o homem nao? Hoje eu acredito e confio muito mais em um assassino com uma arma apontando para a minha cabeça que me diz que nao vai me matar do que na JUSTIÇA que so devende a mulher e faz de tudo para prejudicar ao homem?

    Sera que as lagrimas que saem do meu rosto por sentir saudade de minha filha, para o juiz nao significa nada porque nao mestruo, nao tenho seios e nao fico gravido?

    Isto que e justiça??? Esta tudo justo e perfeito???

    By Marconi Martins Jose on Mar 7, 2010

  6. Oie, eu pessoal hoje eu tenho 21 anos e quando os meus pais se separaram eu tinha 8 anos.
    Até hoje eu sofro com td isso, pois meus pais até hoje brigam e como sou a mais velha(yenho um irmao de 19 anos) tudo cai para cima de mim. Um fala mal do outro, isso é horrivel. POr que sao duas pessoas q amamos e nao qremos ouvir nada daquilo que é dito.
    Voces pais que estao se separando façam de tudo para nao ocorrrer issso com seus filhos, pois voces nao sabeem o pode ocorrer com eles.
    Agradeço.

    vcs estao se separando marido/mulher conjugalmente e nao parentalmente

    By Ludmila teles on Mar 24, 2010

  7. Senhota Ludmila teles, explique isto para a justiça e para a minha ex-esposa… Eu não vejo a minha filha a 4 anos e não tenho siquer o direito de ver a criança… O juiz não acha prudente eu ver a criança por causa da pouca idade… está nos autos… e olha que a criança tem 8 anos e 6 meses…

    Sabe quando eu vou ver a criança? Nunca… porque o juiz e a promotora estáo do lado de minha ex-esposa…

    Eu não acredito na justiça… Sei que ela defente a mulher e obriga a criança ficar com a mãe para ter motivo para obrigar o homem a dar a pensão para a mulher… Se a criança estivesse comigo, eu daria um cuidado muito maior… Infelismente, por fazer xixi em pé e não mestruar, a justiça me julga incopetente para cuidar da criança… Tenho curso superior, e sou bem empregado… Ela possui apenas 6 série e desempregada… Quem tem mais condição de cuidar da criança???

    Infelismente, sou o ex-pai da criança porque a justiça quer assim!

    By Marconi on Jul 18, 2010

  8. Eu sou beatriz a irma de rafael,e estou casada a 1 ano e 2 meses so que quero me divorciar não tenho filhos,e quero meu divorcio que meu marido ele é viciado em pornagrafia e nao aguento mas commbater isso fica irritado e teno medo dele sr agessivo comigo,gostaria de saber quais seria meus direitos mediante a tal separação,somos casados com comunhão de bens me ajude pode amnda a resposta p esse email obrigada

    By rafael on Sep 26, 2010

  9. Estou aprendendo sobre a SAP e cada dia que conheço mais me espanto com a capacidade da maldade humana.
    Quero ressaltar que Alienação Parental ela pode se estender a avós, parentes, amigos e vizinhos… tudo depende da mente humana e do sentimento da inveja.
    Estou vivenciando amargos 4 anos, 2 meses e 10 dias com a SAP.
    Uma pessoa que me viu nascer, que entrou na família de minha avó após ter casado com meu tio, irmão de minha mãe com quem teve 4 filhos e embora divorciada há mais de 20 anos, ainda assim ela continuou infiltrada em nossa família e eu consequentemente a chamava de tia.
    Ao ficar grávida de meu filho fui presenteada por essa pessoa com o berço, embora nem precisasse, e por gratidão e tradição a escolhi para ser madrinha dele.
    Estreitamos nossos laços e passei a tê-la como grande amiga.
    Ela sempre pedia para ficar com meu filho por algumas horas em sua casa e eu sempre deixava, afinal de contas ela o “amava” tanto… e assim continuou até meu filho completar 7 anos, quando minha mãe começou a me alertar que eu o afastasse dela enquanto tinha tempo… eu não entendia e achava que era ciúmes de minha mãe (eu não convivia com o pai dele).
    2 anos depois minha mãe faleceu e de lá para cá comecei a sofrer interferências dela na criação de meu filho. Determinava horários ela não cumpria, pedia que não fizesse algo, ela fazia… comecei a perceber que meu filho estava agindo com 2 personalidades, uma lá e outra cá… aos poucos fui tentando afastá-lo dela e por ele estava tudo bem, mas ela começou a me perseguir…
    Nesse meio tempo o pai dele faleceu… daí em diante começou minha agonia que dura até hoje.
    No dia 03/03/2007 meu filho saiu com ela e não mais voltou. Quando fui buscá-lo descobri que ela tinha levado ele a delegacia e alegado maus-tratos… enlouqueci… sai atrás de advogado e fui a delegacia dar uma queixa dela e a delegada não registrou a queixa dizendo que ela tinha dado primeiro e que meu filho não queria voltar para casa… achei tudo muito estranho, mas não podia fazer nada, tinha audiência marcada para o dia 07/03/2007… chorei 4 dias e 4 noites sem parar….
    Chegando na delegacia no dia da audiência, encontrei meu filho completamente transformado.. olhar frio, impenetrável… fui tentar falar com ele que se esquivou… gelei, tremi, fiquei chocada…
    A delegada encaminhou o caso para o conselho tutelar, tive que aguardar outra vez… foi o tempo suficiente para ela acionar o juizado de menores e pedir a guarda dele ao seu amigo de infância Salomão Resedá (tenho verdadeiro pavor aquele homem) ele deu a ela a guarda de meu filho sem ao menos me ouvir ou conhecer e depois assinou a incompetência do caso que teve que ser encaminhado a 3ª vara de família. Processo esse que se arrasta há 4 anos.
    Meu filho saiu de casa com 10 anos e 11 meses. Me pediu de presente de aniversário que o deixasse ir sozinho de coletivo para a escola… já estava tudo pronto: o carro de mensagem, a cesta de café da manhã, o horário reservado para o aniversário dele na escola, os convites da festa… Festa que não aconteceu… Tenho Declaração da Escola Militar ode afirma que sempre fui presente em reuniões, e que meu filho sempre teve boa conduta na escola.
    Nesses 4 anos só tive audiência uma única vez que foi em Julho de 2009. Não fui ouvida, apenas as testemunhas, inclusive as dela que só falaram mentiras, pessoas que mesmo tendo jurado falar a verdade mentiram absurdos, pessoas que nunca entraram em minha casa, nunca viram meu relacionamento com meu filho mentiram dizendo que eu o maltratava e que ela era maravilhosa, teve um até que disse que meu filho não poderia estar em lugar melhor, essa pessoa nem o nome de meu filho sabia, e mesmo assim o juiz o ouviu. Fiz um dossiê de 247 páginas onde te tudo a respeito de meu filho, desde a prieira papinha até as fotos iradas uma semana antes dele sair de casa. Tenho várias declarações autenticadas em cartório de pessoas idôneas que jamais se submeteriam a falar bem de uma mãe que maltrata o próprio filho. Aliás se tem algo que não suporto é ver uma mãe maltratando o filho, ninguém aceita uma coisa dessa.
    Inclusive essa mulher que tem a guarda de meu filho teve 4 filhos com meu tio e deu todos os 4 que hoje embora sejam adultos e estejam com ela são todos revoltados, nenhum estudou, se formou…
    No final da audiência o juiz disse que iria encaminhar o caso ao SAOF serviço social do Fórum que veio aqui em 2010 fez a visita domiciliar, foi em 2 vizinhos, foi a casa dela e mais nada… um serviço que era para ser minucioso, detalhista, nem na escola dele eles foram, serviço mal feito, sem intersse… enfim, jogando a vida de uma criança a própria sorte.
    Meu filho estudava na Escola Militar desde a alfabetização, ia de transporte escolar, fazia natação desde os 5 anos… hoje estuda em escola pública de péssimo conteúdo pedagógico e reputação, já repetiu 3 vezes a mesma série e está fazendo acelerado de anos para conseguir acompanhar os estudos, é considerado como arruaceiro pela escola… Meu filho está com piercing na orelha, na língua, cabelo pintado de vermelho e soube recentemente que fez tatuagem(mas ainda não tenho certeza).Ela seduziu meu filho com a liberdade, libertinagem.. a pensão que meu filho recebe é ele mesmo quem administra, gasta como quer, onde quer, nem uma boa escola ela se dignificou a pagar para ele, até mulher para casa dela ele ele leva para manter relações sexuais. A vizinhança, o bairro todo sabe o que está acontecendo com meu filho, estão todos perplexos, horrorizados com tudo isso.
    Para completar dia 26/04/2011 meu filho foi preso na porta da escola onde estuda vendendo drogas a polícia o rendeu e levou até a DAI Delegacia do Menor Infrator onde foi enquadrado como Tráfico de Drogas. Estive na Delegacia peguei o B.O. e agora aguardo o Ministério Público dizer o que será aplicado a conduta dele. Soube através de terceiros o que aconteceu, pois só assim para saber algo de meu filho, pois embora moremos no mesmo bairro, não temos contato, ele não fala comigo, nunca veio me ver, nunca nem uma mensagem do dia das mães me enviou, passa por mim e me ignora, por ele muito menos. A essa altura ela deve estar rindo de mim e se deleitando na alegria de ter destruído a vida dele, de ter cortado a sorte dele pois foi só isso que ela quis fazer… Ela é uma pessoa má, cruel, perversa, uma psicopata sem escrúpulos, uma mulher que tem nas veias lama ao invés de sangue.
    Agora eu pergunto? Quem responderá pela integridade de meu filho? Que me dará a garantia de que ele será um homem de bem? quem vai me pagar por tudo isso? quem vai resgatar a vida de meu filho? quem vai garantir a formação dele?
    Como é admissível uma justiça tirar um filho de debaixo das asas de sua mãe, para jogá-lo nos braços de sua algoz voraz?
    Como alguém que não viu meu filho nascer, nunca o carregou no colo, acalentou, alimentou, esteve ao lado nos momentos de alegria de dor e nunca passou noites em claro quando ele estava com a rinite alérgica atacada, nunca tomou um susto com ele, vem e determina com quem ele tem que ficar?
    eles ouvem a criança e acatam o que ela diz sem ao menos verificar inteiramente o que está acontecendo de fato, não se faz uma sindicância, investigação completa…
    Meu Deus onde nós estamos? Que lei é essa, que gente é essa?
    Sofro até hoje a dor da crueldade, do descaso, da mentira, da injustiça, da calúnia….
    Mas tenho certeza e espero confiantemente que aquela semente que plantei lá atrás no coração de meu filho, aquela primeira semente, um dia vai germinar, crescer e dar bons e saborosos frutos e que eu terei ainda muita alegria em colher dos seus frutos e descansar em sua sombra, pois creio que meu filho será um grande homem, que tudo isso passará e que Deus fará justiça para perplexidade dos que acharam que meu filho não tinha jeito e para honra e gloria do nome daquele a quem dedico toda minha confiança: Jesus Cristo, o que te me dado forças, e renovado minha esperança de que tudo será colocado em seu devido lugar no tempo certo e na hora certa.
    Aguardo orientações, apoio de quem puder me ajudar.
    A quem tenho que recorrer? Pois não consigo falar com o juiz, nem com o promotor, já estou no 6 defensor e não consigo marcar agenda? E agor quem vai poder socorrer meu filho? quem vai tirar de mim essa dor?
    Estou precisando de ajuda, de orientação, de socorro.
    Obrigada,
    Sine Dantas
    salvador-Bahia
    sine.dantas@ig.com.br

    By SINE DANTAS on May 14, 2011

  10. sou casada a 14 anos, me casei pq vi em meu esposo uma pessoa responsavel e batalhadora mas o sexo nunca foi o meu forte com ele. Nos casamos logo em seguida sua mãe faleceu (morava conosco)não construimos inicialmente uma vida mais intima de casal, ai começou os problemas com bebida mas eram facilmente controlados, eu estava entrando no meu alge profissional, trabalhava até 12 horas por dia, logo o pai dele tb faleceu ai desde então nós fomos nos distanciando pq os episódios com a bebeida foram se tornando mais frequentes e nessas horas é que ele me fala o quanto esta insatisfeito comigo…fico chateada e me sentindo cada vez mais distante e solitária o que fazer?

    Mary
    uberlândia/mg
    mary.julieta@hotmail.com

    By Mary on Aug 3, 2011

  11. A justiça é muito boa e eficiente para defender a mulher… A Justiça não se preoculpa com a criança e nem com o homem… quer é defender o direito da mulher que é o único ser humano vivende na face da terra e defender ao menor infrator…

    Notifiquei através do meu advogado varias vezes e no mes de novembro de 2010, o juiz foi citado que não estou tendo contato com minha filha… Sabem o que o juiz fez? Nada… Para a Juiza, a criança está em boas mãos… minha ex-esposa depois de separar de corpo, arrumou um filho e nem sabe quem é o pai… já sao 5 anos sem ver minha filha e no dia 10/12 completou 5 anos… Quando a criança estiver com seus 18 anos, ela me odiara pois a Juiza, a Promotora e a Minha ex-esposa afastaram a criança de mim…

    Para a Juiza, o homem que trabalha, tem emprego fixo e residencia fixa e comprovada não é digno para criar uma criança, não tem carater, principios éticos, morais e idoniedade para criar uma criança e dar exemplos a uma criança… mais uma mulher que trai e destroi literalmente um homem, esta sim tem moral, dignidade e valor etico a ser passado para uma criança… sao as coisas mais preciosa que o juiz olha para dar a guarda de uma criança… 1º tem que ser mulher, 2º tem que mestruar todo mes e o mais importante par ater a guarda e é olhado por todo o juiz, é que tem que ser do sexo feminino…

    Agora, quando a criança completar seus 18 anos, será que o dignissimo Juiz de Direito, Doutor da Vara da Familha vai ter a humbridade, humildade e principios éticos em assumir que foi ele que afastou a criança de mim? Que eu não vi a minha filha, não participei de sua educação, não a ajudei na escola, não conhecim seu primeiro namorado, não ensinei o que é carater, ética e moral por vontade da excelencia o Juiz??? que se julga Deus??? Bem… nesta hora eles arrumam mil desculpas para justificar de forma plausivel o seu ato… Da mesma forma que o Marcio Mariano da Silva que foi condenado a 25 anos de prisão, cumpriu a prisão sendo inocente e depois que descobriram que ele era inocente, o juiz que cometeu o erro, foi promovido a desembarcador…

    Juiz é intocavel… Nem Deus toca neles… Se o mundo acaber hoje, o Juiz vai julgar Deus ainda… pois o Juiz e Desembarcador são deuses…

    By Marconi on Dec 27, 2011

Post a Comment

Spam protection by WP Captcha-Free