Psicologia e cardiopatia

July 28, 2008 – 3:30 pm

PSICOLOGIA E CARDIOPATIA

Parte 1

Considerando a concepção psicossomática das doenças, compreende-se o adoecer como um processo que tem em sua origem ou repercussões a presença de fatores emocionais.

Neste contexto, o estudo do paciente cardíaco tem mobilizado a atenção de vários profissionais da área da saúde e em especial do psicólogo inserido no contexto do hospital.

Confirma-se a importância da participação do psicólogo na interconsulta no trabalho do hospital geral, para uma compreensão mais abrangente do paciente e do seu quadro sintomatológico, fazendo parte de um modelo de cuidado de atenção integral ao doente dispondo de técnicas específicas que contribuem tanto para uma compreensão diferencial do adoecimento quanto para o fortalecimento dos aspectos envolvidos na sua recuperação.

Uma doença pode assumir significado completamente diferente, dependendo do momento que o paciente estiver vivendo. Muitas doenças se assemelham, com sintomas e características específicas que denotam o adoecimento, mas é importante perceber que o “estar doente” para a pessoa acometida, nunca é exatamente igual, desta forma, fazer uma compreensão da doença e de como esta invade a existência da pessoa é uma tarefa imprescindível para o enfrentamento.

Entre os fatores relevantes, deve se perceber que possíveis relações emocionais podem estar associadas à doença cardíaca e que, além das interações destes sistemas, deve-se reconhecer na história clínica, as três dimensões do espaço diagnóstico: o paciente, a doença e as circunstâncias.

O diagnóstico e a compreensão do quadro sintomatológico revela-se um trabalho complexo onde se procura incluir três dimensões: o paciente, a doença e as circunstâncias.

Numa avaliação diagnóstica das doenças cardíacas, o primeiro fator a ser considerado é o genético, que garante não só a trajetória de vida, como também a predisposição para as diferentes condições mórbidas.

Outros aspectos se fazem presentes e compreendem os fatores de risco das doenças cardiovasculares, os quais crescem de importância nas pessoas em que os fatores genéticos é evidente e/ou predispõe indivíduos, que mesmo não apresentando histórico genético da doença, se vêem em complicações igualmente nocivas. Entre esses fatores de risco, os principais são: hipertensão arterial, dislipidemia (colesterol alto), diabetes mellitus, obesidade, tabagismo, sedentarismo, hereditariedade e fatores psicológicos associados.

  1. 3 Responses to “Psicologia e cardiopatia”

  2. Bom dia !!!
    Tomei conhecimento deste site devido o que estou passando. Por este motivo gostaria de ajuda ou seja saber se tem possibilidade de alguns teste psicologicos para ter uma base do que se passa comigo sendo assim terei certeza e me aliviara digamos um pouco mas.
    Ja agradecendo a atençao aguardo anciosa uma resposta.
    Atenciosamente Fernanda Aguiar F

    By Fernanda Aguiar on Sep 23, 2009

  3. O fato é que tenho muitas paupitaçoes no coraçao pressao alta do nada me vem tudo isso medo de estar sozinha insegurança enfim um vazio angustia anciedade enorme na qual nao sei de onde vem devido a isso sinto sintomas cardiacos no qual sitei acima.
    Antecipadamente obrigada por me responder.

    By Fernanda Aguiar on Sep 23, 2009

  4. meu email é carioca1234_@hotmail.com

    By Fernanda Aguiar on Sep 23, 2009

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