O que acontece com a pessoa que sofre de Alzheimer – Como é a evolução da Doença de Alzheimer – Etapas da Doença – Como lidar com Idosos com Alzheimer

Os idosos que desenvolvem a doença de Alzheimer aos poucos vão perdendo seu autodomínio e ficando dependentes de familiares e de cuidares devido ao agravamento desta doença degenerativa, provocando dependência física a ponto de necessitar de pessoas para os cuidados básicos e de higiene.

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 As fases da doença de Alzheimer ocorrem progressivamente com aumento das disfunções cognitivas, de memória e comportamentais que interferem na autonomia do idoso numa evolução degenerativa de capacidades e funções.

 

Em cada uma destas etapas sucessivas, pode-se observar gradativa perda da autonomia, e conseqüente aumento das necessidades de cuidados e supervisão de terceiros para os portadores da doença.

 

Com o progresso das práticas médicas, levando à maior eficácia das intervenções e tratamentos, a mortalidade populacional tem-se associado, cada vez mais, às condições próprias do envelhecimento e às doenças degenerativas.

 

O impacto da progressão da doença no idoso com Alzheimer e em seus familiares inclui:

  • sentimentos de impotência
  • desamparo
  • fragilidade
  • falta de perspectiva de futuro

 

Observando-se e escutando os pacientes portadores de doenças degenerativas e seus familiares, encontramos com freqüência a expressão “é como se fosse uma morte em vida” para definir uma nova modalidade de velhice.

 

Esses pensamentos mórbidos aceleram a decadência psíquica e funcional do indivíduo, comprometendo sua qualidade de vida e apresentando uma modalidade de morte que destrói o sujeito, sem, contudo, ceifar, efetivamente, a sua vida.

 

Esse quadro pode ainda se agravar quando o paciente desenvolve sintomas psicóticos ou alterações comportamentais, muitas vezes disruptivas, impondo grande desgaste para o próprio paciente e sobrecarga à família e ao cuidador.

 

Os cuidados paliativos e a forma de enfrentamento dessa doença são fundamentais para proporcionar uma qualidade de vida ao idoso portador da Doença de Alzheimer, assim como para o cuidador e a família que necessitará conviver com essa difícil condição.

 

O atendimento psicoterápico e a terapia assistencial familiar e de “home care“ pode ajudar no aumento da qualidade de vida e no suporte emocional para o doente e a família, assim como, oferecendo informações sobre a doença, estágios da doença, previsibilidade de conseqüências futuras para que haja preparação e antecipações que facilitem uma sobrevida digna e respeitosa.

 

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