Doença do Idoso – Demência em Idosos – Perda de Memória em Idosos – Como avaliar a memória e a demência em idosos

A Doença de Alzheimer e outras doenças degenerativas, como a Doença de Pick, são condições que afetam um percentual grande de idosos com idade acima de 65 anos.

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A forma de diagnóstico da Doença de Alzheimer e na Doença de Pick exige o atendimento de critérios que identifiquem a perda da capacidade cognitiva, de memória e de autonomia.

 

Os instrumentos de rastreio que identificam casos leves de demência têm sido importante objeto de estudo.

 

Pesquisadores sugerem que a combinação de uma escala funcional, que avalia atividades da vida diária e um teste cognitivo (por exemplo, o Mini-Exame do Estado Metal [MEEM]) seria complementar em indivíduos com suspeita de síndrome demencial.

 

Além deste teste psicológico e comportamental muito utilizado, têm-se diversas escalas de avaliação funcional entre as quais:

  • Questionário do Informante sobre o Declínio Cognitivo do Idoso (Informant Questionnaire of Cognitive Decline in the Elderly [IQ-CODE]) (Jorm e Jacomb, 1989);
  • Escala IQ-CODE que avalia cognição entrevistando cuidador ou alguém que tenha contato próximo ao paciente.
  • Escala B-ADL que avalia desempenho atual do paciente em atividades da vida diária.
  • Índice de Katz que é uma escala mais descritiva que avalia desempenho em atividades da vida diária.
  • Teste de memória lógica de Wechsler (1987) que avalia memória verbal e visual, retenção, evocação média e tardia.
  • Teste comportamental de Rivermead (Wilson et al. 1985), que enfatiza tarefas com relevância prática, simulando situações rotineiras, como lembrar nome e sobrenome de pessoas apresentadas por fotografia, lembrança de pontos principais de uma estória, etc.
  • Outros testes e técnicas cognitivas

 

O uso de testes e técnicas psicológicas e comportamentais são instrumentos que auxiliam numa análise mais objetiva de déficits e comprometimentos nas fases progressivas da doença em idosos e que ajudam a delinear o processo e o tratamento, identificando as conseqüências da doença e, preparando a pessoa e a família para estágios seguintes a fim de prever condições mais favoráveis para atender uma qualidade de vida.

 

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