Como funciona a Inteligência: como medir a inteligência
January 17, 2010 – 8:37 am
Existem diferentes formas de avaliar e mensurar a inteligência
Pode-se considerar a dimensão nas quais as diferentes formas de inteligência funcionam juntas.
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A idéia central é que existem componentes que representam habilidades latentes de alguma espécie e que dão origem às diferenças individuais mensuradas nos testes de inteligência e nos desempenhos da vida real.
Esses componentes são: a subteoria componencial (base mental para lidar com o mundo exterior); a subteoria experiencial (capacidade para lidar com a novidade e a automatização do processamento de informação); e a subteoria contextual (salienta processos de adaptação, de seleção e de modelagem do contexto ou ambiente).
Sugere-se que devemos prestar menos atenção às noções tradicionais de inteligência e enfatizar a noção de inteligência para o sucesso (adaptação, modelação e seleção de ambientes para alcançar nossos objetivos). Três grandes conjuntos de habilidades são importantes para que a inteligência tenha sucesso: a analítica (analisar, comparar, avaliar); a criativa (criar, inventar, planejar); e a prática (aplicar, usar, utilizar).
A inteligência prática, ainda que possa ser ensinada é independente da inteligência psicométrica ou do QI.
Assim, uma pessoa bem-sucedida em relação à inteligência equilibra os processos de adaptação, modelagem e seleção, utilizando cada um deles quando convenientemente necessário.
As teorias cognitivas (focalizam nas tarefas, nos estímulos) parecem levar vantagem em relação à perspectiva psicométrica (focalizam preferencialmente nos sujeitos, nas respostas). A primeira possui uma metodologia experimental, explicando os processos e explicando, em cada indivíduo, a realização em diferentes tarefas; enquanto a segunda utiliza um método correlacional procurando fatores para explicar a variância dos resultados verificados
Considerando o conceito de teoria integrada da inteligência, esta tenta integrar tanto as concepções clássicas quanto as concepções modernas da inteligência. Nesta teoria, há três aspectos básicos que compõe a inteligência: neural (funcionamento do sistema neurológico/geneticamente determinado e imutável); experiencial (aprendizagem com base na experiência); e reflexiva (papel das estratégias na resolução de problemas e na memória).
Já a Teoria Bioecológica da Inteligência considera que a inteligência não pode ser compreendida independentemente do contexto, do ambiente ou da cultura em que as pessoas estão inseridas. Os múltiplos potenciais cognitivos, o contexto e o conhecimento são todos os elementos essenciais que formam a base das diferenças individuais nos desempenhos. Nesta teoria é difícil, se não impossível, separar claramente as contribuições biológicas das ambientais para a inteligência. Portanto, as habilidades podem ser expressas diferencialmente em diversos contextos.
Quanto á Teoria da Inteligência Emocional considera que a inteligência social é o processo envolvido em compreender situações sociais e se conduzir com êxito. Ema parte crítica da inteligência social é a inteligência emocional, que consiste na habilidade de perceber, expressar e regular as emoções; na habilidade para acessar e/ou gerar sentimentos quando eles facilitam o pensamento; na habilidade para entender a emoção e o conhecimento emocional; na habilidade para regular as emoções com o objetivo de promover o crescimento emocional e intelectual. O conceito foi desenvolvido por Peter Salovey e John Mayer, em 1990, e, posteriormente, expandido e popularizado por Daniel Goleman, em 1995.
Há, entretanto, poucas evidências psicométricas sustentando a existência do constructo de inteligência emocional.
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