Transtorno Borderline: Características e sintomas de pessoas com transtorno borderline

Como se manifesta o transtorno borderline e como identificar uma pessoa com esse transtorno de personalidade

O transtorno de personalidade borderline também é considerado como transtorno de personalidade impulsiva ou explosiva, pois indivíduos acometidos por esse transtorno apresenta sintomas característicos de baixo enfrentamento a frustrações, agressividade, auto-ataque e uma impulsividade fora de controle. Acesse por meio deste link teste de personalidade, testes psicológicos, teste de depressão, teste para TDAH e teste de ansiedade.

O transtorno borderline é relativamente comum e resulta em consideravel comprometimento na vida do indivíduo. O tratamento psicoterápico deste transtorno de personalidade, assim como em outros casos, é bastante difícil, pois existe frequentemente o risco de resultados negativos, principalmente em algumas abordagens terapeuticas menos diretivas.

A aplicação diretas de técnicas comportamentais e terapia cognitiva apresentam níveis mais alto de eficiência e resultados mais satisfatórios, devido aos principios focados e diretivos destas abordagens terapeuticas, uma vez que o paciente passa a ter maior controle sobre seus sintomas e comportamentos.

O transtorno de personalidade borderline é definido como presente em individuos com ma padrão persistente de perceber, relacionar-se e pensar acerca do ambiente e de si mesmo, no qual há problemas numa variedade de áreas, ncluindo dificuldades maiores em relacionamentos interpessoais, humor oscilável e distorções de auto-imagem.

As características mais marcantes de indivíduos com transtorno de personalidade borderline são a intensidade de reações emocionais distorcidas nestes clientes, a labilidade de humor, alterando do depressivo ao eufórico, variedade de sintomas adjacentes que alteram comportamentos, pensamentos e atitudes, agitação ansiosa, raiva intensa ou impulsividade na solução de problemas ou ataque ao outro, realizam ações que depois de um tempo percebem que são irracionais e desnecessárias, mas já foram feitas e as consequencias são marcantes, com isso se tornam contra producentes e imprevisíveis.

Apresentam dificuldades comportamentais, sentimentos e pensamentos que tipicamente tem um padrão errático, inconsistente, e comprometedor, pois agem sem pensar, ou sem freio em sua impulsividade, muitas vezes agredindo ou deslocando ao outro uma agressividade que não era de origem destinada àquela indivíduo ou situação.

o entanto, estes indivíduos não agem assim o tempo todo, muitas vezes se portam de maneira controlada, adequada e eficiente, mostrando-se capazes de interagir consistentemente, porém em momentos variados apresentam o descontrole emocional e comportamental que distorcem a imagem inicial e demonstram o quanto estão comprometidos por estes sintomas.

A busca da terapia ocorre normalmente em momentos de crises e, muitas vezes, passado ou controlado estas crises, sentem que não mais precisam de tratamento e agem novamente de forma impulsiva e imprecisa, retirando-se do tratamento e excluindo o aprendizado e os recursos ganhos em terapia.

O trabalho terapeutico precisa ser constante e eficaz, com bom vinculo e com capacidade de registrar e trabalhar o histórico de vida do paciente para que ocorra maior engajamento e se alcance resultados satisfatórios e consistentes numa terapia focada e dirigida numa abordagem que permita a atuação participativa de ambos terapeuta e cliente.

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Transtorno de personalidade Esquizotípico: Diagnóstico diferencial

Como identificar o transtorno esquizotípico de personalidade. Veja também sobre outros transtorno de personalidade, teste de personalidade, dupla personalidade e testes psicológicos acessando estas categorias neste site.

Os principais sintomas de uma pessoa que sofre de transtorno esquizotípico de personalidade incluem o isolamento social, afeto contraído e inadequado, comportamento inusual, características estranhas ao olhar de outras pessoas, no jeito de vestir, falar, andar e até mesmo dormir ou se alimentar.

O transtorno esquizotípico de personalidade diferencia da esquizofrenia, pois na esquizofrenia muitas vezes estão presentes outras sintomas que incluem o ouvir vozes, comportamento catatônico, sentimentos de grandeza, como falar com Deus, mensageiro, domínio oculto, etc.

As distorções cognitivas no transtorno esquizotípico estão entre as mais severas dentre os transtornos de personalidade. Estas disfunções e distorções incidem em quatro temas ou modalidades.

Em primeiro plano ocorre com muita frequencia ideação paranóide, ou seja, o sujeito acha que alguém está contra ele, ou o está perseguindo, ou ainda tramando algo ruim contra.

A segunda questão cognitiva envolvida refere-se à idéia de que alguns acontecimentos estão relacionados, ou seja, um dependente do outro, por exemplo, acham que por ter virado o chinelo para cima alguém da família vai morrer, ou que se sentir cheiro de flor, algo ruim vai acontecer na família. Eles sustentam estes pensamentos a ponto de acreditar e desenvolver comportamentos na tentativa de se assegurar destas catastrofes, que para eles são reais.

O terceiro pensamento muito comum refere-se a pensamentos e sentimentos envolvendo crenças estranhas aos demais, ou de pensamentos mágicos, como por exemplo, de que alguém morto irá voltar, de que alguém de outro planeta pode estar entrando na terra, etc.

O quarto pensamento que está presente em muitos casos do transtorno de personalidade esquizotípico refere-se a ilusões que para eles são verdadeiras e concretas, por exemplo sombras na parede que acham que seja pessoas de verdade, marcas em borrões de tintas que significam recados enviados por outras pessoas, barulho de estação de rádio que estão dando sinal de invasão terrestre, etc.

Além de apresentarem estes tipos de pensamentos e sentimentos estranhos, eles ainda possuem um jeito estranho e esquisito de comunicarem estes “achados”, pois acabam falando com uma voz estranha, psicodélica ou fatasmagórica, de forma a manter suas ilusões e pensamentos sustentados pelo seu próprio jeito de agir.

O comportamento esquisito da pessoa contribui para o isolamento social, distanciamento de outras pessoas e rejeição, prejudicando ainda mais seu quadro clinico e afastando a possibilidade de tratamento adequado.

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Algumas explicações sobre Transtorno de dupla personalidade e transtorno de personalidade dissociativa

Como explicar os Transtorno de personalidade: Transtorno de dupla personalidade ou Transtorno de Personalidade Dissociativa

Os transtorno de personalidade são característicos de problemas e dificuldades que algumas pessoas desenvolvem desde a tenra infância. Neste site voce pode ter acesso a mais posts sobre transtorno de personalidade, transtorno de dupla personalidade e testes de personalidade e testes psicológicos

As características dos transtornos de personalidade muitas vezes confundem os médicos e especialistas, devido às pessoas que são acometidas pelos transtornos apresentarem sintomas semelhantes a outros transtornos, o que dificulta um diagnóstico.

Os transtornos dissociativos ou de dupla personalidade são doenças psicológicas que ainda apresentam divergências no meio médico e acadêmico, quanto à sua origem, manutenção e desenvolvimento. Alguns especialistas descaram estes transtornos, pois somente admitem a coexistência ou comorbidade destes transtornos com sintomas e transtornos agregados.

A dificuldade em diagnosticar a dupla personalidade se dá em virtude dos poucos estudos e pesquisas documentadas feitas sobre estes pacientes e também por conta de inúmeros casos terem sido disgnosticados com transtornos semelhantes que agregam os sintomas também presentes no transtorno de personalidade dissociativa.

Alguns tipos de esquizofrenia, por exemplo, são muitas vezes confundidos com o transtornos de personalidade dissociativa ou dupla personalidade, pois em ambos os casos ocorre a dissociação, ou a cisão com a realidade, provocando pensamentos, sentimentos e comportamentos considerados totalmente estranhos para o indivíduo, como se não fosse ele que estivesse os cometendo.

Alguns casos de transtorno de dupla personalidade ou mais do que uma personalidade são temas de filmes e teatros, nos quais se evidenciam a mudança de caráter entre cada personalidade, ocorrendo total ou parcial cisão entre elas, a ponto da pessoa desconhecer completamente o que cada uma faz, pensa ou executa.

Define-se o transtorno dissociativo como um processo mental complexo que promove aos indivíduos um mecanismo que possibilita-os enfrentar situações traumáticas e/ou dolorosas. É caracterizada pela desintegração de sua existência.

A integração do ego, sendo o ego o centro da personalidade, pode ser definido como a habilidade de um indivíduo em incorporar à sua percepção, de forma bem-sucedida, eventos ou experiência externas, e então lidar com elas consistentemente através de eventos ou situações sociais.

Alguém incapaz disso pode passar por uma desregulagem emocional, bem como um potencial colapso do ego. Em outras palavras, tal estado de desregulagem emocional é, em alguns casos, tão intenso a ponto de precipitar uma desintegração do ego, ou o que, em casos extremos, tem sido diagnosticado como uma dissociação.

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Transtornos de personalidade: Dificuldades de diagnóstico nas primeiras sessões de terapia

As dificuldades em se definir um diagnóstico de transtornos de personalidade ocorrem pela natureza dos sintomas e pelas multiplas influencias na vida da pessoa que é acometida por uma desordem psicológica.

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Os transtornos de personalidade nem sempre aparecem com uma cronicidade ou uma severidade que justifique em um diagnóstico inicial cobrir as evidências de caracterização do desvio de personalidade.

Também é bem comum, pacientes com transtornos de personalidade, justamento por conviverem com certos padrões de comportamentos desajustados há muito tempo, conseguirem elaborar mecanismos e estratégias de enfrentamento do cotidiano, fazendo com estas dificuldades façam parte normal de sua rotina.

Frequentemente, justos estes pacientes, enfrentam o pior funcionamento social. Já que alguns somente aparecem na terapia por problemas adjacentes aos problemas principais, ou para um tratamento sintomático decorrente dos problemas de transtorno de personalidade.

Quando um problema característico do Eixo II, ou seja, evidenciando um transtorno de personalidade está presente, o paciente pode não estar disposto a trabalhar profundamente este sintoma, pois isso reflete numa alteração de visão e de conduta que vai ferir aquilo que ele já está acostumado e lidando por inumeros anos de sua vida.

É importante que esta dificuldade deve ser considerada no processo terapeutico, pois para focar um tratamento, deve-se levar em consideração os objetivos do paciente e não o do terapeuta para que o processo seja correspondido.

Cabe ao terapeuta desenvolver um espaço que permita a confiança e a autoconfrontação do paciente com seus pensamentos, comportamentos e sentimentos, para que ele se sinta pronto e interessado em mexer nas questões que interferem em sua vida, ficando para o terapeuta a tarefa de ajudá-lo neste processo.

Certos pacientes silenciam-se a seus problemas de personalidade, devido a uma falta de insight ou reconhecimento, ou ainda devido a um reconhecimento com negação.

A efetividade da terapia cognitiva, em qualquer momento, depende do grau em que as expectativas do paciente em relação às metas terapeuticas são congruentes com as do terapeuta e que se encontrem no momento ou “time” para que ocorra o incentivo às mudanças e o interesse nos reforços que estas mudança irão fornecer.

 

Esquizofrenia: Como se desenvolve a esquizofrenia e os sintomas iniciais que permitem identificar a doença esquizofrenica

Como é a esquizofrenia, os sintomas e o desenvolvimento da esquizofrenia. Características da Esquizofrenia

A doença esquizofrenia é um distúrbio mental que acomete inúmeras pessoas em todo o mundo. Faça um teste psicológico e descubra sinais e sintomas de distúrbios psicológicos. Faça ainda um teste de transtorno alimentar ou um teste de personalidade

A esquizofrenia provoca um alteração na percepção e no processamento de informações cerebrais que impedem que a pessoa perceba a diferença entre a realidade e as alucinações visuais ou auditivas, muito presentes em quem sofre da esquizofrenia.

Existem tipos diferentes de esquizofrenia, como a esquizofrenia paranoide, esquizofrenia hebefrênica, esquizofrenia catatônica, entre outras.

Alguns sintomas da esquizofrenia podem ser notados nos indivíduos que iniciam o desenvolvimento desta doença e que pode ajudar familiares e amigos a identificarem o início precoce facilitando a busca de ajuda e de avaliação médica e psicológica.

A freqüência dos sintomas característicos de Esquizofrenia envolve uma faixa de disfunções cognitivas e emocionais que acometem a percepção, o pensamento inferencial, a linguagem e a comunicação, o monitoramento comportamental, o afeto, a fluência e produtividade do pensamento e do discurso, o impulso e a atenção, a capacidade de prazer com a própria vida e de realização de suas vontades.

De acordo com o DSM IV (2000), as causas da doença ainda não foram claramente definidas porém, graças ao avanço da ciência, foi possível observar várias alterações somáticas e cerebrais na esquizofrenia. A doença era vista como um fator hereditário e o maior índice de pessoas acometidas pela doença eram membros da mesma família. Posteriormente a doença foi vista como algo genético.

No DSM IV (2000), o conceito de esquizofrenia refere-se a “uma perturbação que dura pelo menos 6 meses e inclui pelo menos 1 mês de sintomas da fase ativa (isto é, dois [ou mais] dos seguintes sintomas: delírios, alucinações, discurso desorganizado, comportamento amplamente desorganizado ou catatônico e sintomas negativos)” (p275). Pode-se citar como exemplo o indivíduo que apresenta um discurso desorganizado no qual a sua fala apresenta freqüente descarrilamento ou incoerência, associado a delírios ou alucinações.

A partir de dados do DSM-IV sobre estudo de famílias, sabe –se que existe um maior índice de ocorrência em parentes de pacientes esquizofrênicos, variando de acordo com o grau de parentesco, sendo que a maior chance de se desenvolver a doença será se ambos os genitores forem esquizofrênicos ou ainda se forem gêmeos monozigotos por possuírem todos os genes em comum. Portanto, a esquizofrenia não é uma doença que se pega, ela está diretamente relacionada a fatores genéticos. O diagnóstico envolve o reconhecimento de uma constelação de sinais e sintomas associados com prejuízo no funcionamento ocupacional ou social. A comparação entre o indivíduo e seus irmãos não-afetados pode ser útil para esta determinação e o progresso educacional freqüentemente está perturbado, podendo o indivíduo ser incapaz de terminar a escolarização.

A maior parte dos sujeitos doentes são incapazes de manter um trabalho por períodos prolongados de tempo e estão empregados em um nível inferior ao de seus pais. A maioria (60-70%) dos indivíduos com Esquizofrenia não se casam e mantém contatos sociais relativamente limitados. A disfunção persiste por um período substancial durante o curso do transtorno e não parece ser o resultado direto de qualquer aspecto isolado

 

Psicologia Hospitalar: Atividades desenvolvidas pelo Psicólogo no Hospital

A importância do trabalho da Psicologia Hospitalar e a atuação do Psicólogo no contexto Hospitalar

Segundo SEBASTIANI(1995) apud ANGERAMI-CAMON(1995), o paciente hospitalizado no seu sofrimento emocional e físico precisa de apoio e acima de tudo de ser visto e entendido como um ser único , pois existem fatores que se sobrepõe uns aos outros nesta situação , sendo que o aumento da tensão e o medo são experimentados por todos paciente através da dor.

Por vezes essa situação de estranheza atinge familiares , amigos mais íntimos , como também a equipe  dos profissionais que estão envolvidos de alguma maneira no caso do paciente. CAMPOS(1995), coloca que estes em muitos casos se encontram impotentes frente a certos conflitos emocionais mais delicados e difíceis .

Para o paciente hospitalizado não se sentir e ser visto somente como um ser doente precisando de tratamento MOURA e cols.(1990) e NASCIMENTO (1990) dizem que é de essencial importância que exista um diálogo harmonioso  com o mesmo para que a segurança seja conquistada e cultivada com o passar do tempo em relação aos atendimentos. Pois segundo os autores o paciente muitas vezes não dirigem perguntas sobre seu estado físico e emocional aos médicos se sentem mais livres em fazê-las ao psicólogo.

O trabalho de um profissional da saúde segundo CAMPOS(1995), é de justamente agir como um agente catalisador , fazendo com que surjam caminhos , possibilidades  e recursos para o paciente adquirir forças de entendimento e compreensão ou até mesmo da cura de sua doença. Para essa atuação a autora reforça a idéia de que o psicólogo enquanto profissional da saúde tem a responsabilidade de estar consciente de sua própria atuação , para que suas habilidades e conhecimentos possam ser sentidos positivamente por pessoas que precisam .

O paciente hospitalizado estando frente a inúmeras dificuldades encontradas no serviço público por exemplo ,   interpreta estas situações vividas de sofrimento e dor como resultantes de erros provindos da equipe médica ou até mesmo chegando a criar a provável idéia de exclusão da sociedade (FELICIO,1998).

Segundo CAMPOS(1995), o psicólogo na instituição hospitalar tem um papel clínico , social e atua tanto na área da prevenção quanto de tratamento. Trabalhando junto aos pacientes , junto a seus familiares , e à equipe de profissionais . O psicólogo ajuda na adaptação desse paciente no hospital que nada mais é do que um ambiente desconhecido, com pessoas e tratamentos diferentes .

Acrescenta  SEBASTIANI(1995) apud ANGERAMI-CAMON(1995), em um de seus exemplos a respeito da necessidade da  atuação do psicólogo na instituição hospitalar em casos de cirurgia ser de primordial  importância o apoio ao paciente no setor cirúrgico, pois o “emocional abalado” libera passagem a  inúmeros medos envolvidos por fantasias em relação a internação, as mudanças que poderão ocorrer em sua vida após a cirurgia  e até mesmo da dificuldade de elaborar a questão da morte .

Por estes motivos ANGERAMI-CAMON (1995), comenta sobre esta atuação do psicólogo de  minimizar o sofrimento adquirido através da internação , pois muitas vezes pessoas são internadas em determinados hospitais  na presença de alguns profissionais que se quer preocupam-se com as dificuldades vividas por este paciente , por inúmeras vezes nem suas próprias dificuldades foram sanadas para uma compreensão mais humana do paciente.

ÁVILA(1995) apud LAMOSA(1997), cita outras formas de atividade a serem desenvolvidas pelo psicólogo no hospital . Uma delas é prestar atendimento direto ao paciente junto a sua família . Havendo mudanças e extinção em torno da idéia médica de relação entre doente e doença . Neste momento surge a ajuda psicanalítica mesmo não sendo uma linha de estudo que sirva de referência para outras atividades. Pois segundo o autor , faz  com que o paciente aproveite os momentos e criar descobertas de si mesmo.

As causas do ciúme exagerado ou ciúme patológico e as influências do autoconceito e da depreciação da autoimagem

As causas do ciúme exagerado e do ciúme patológico considerando o autoconceito e a depreciação da autoimagem como influencias que prejudicam o relacionamento, a autoestima e a autoconfiança, favorecendo a insegurança e a necessidade de controle no relacionamento para evitar possíveis perdas. Faça um teste de ciúme e outros testes psicológicos

O ciúme patológico ou ciúme muito excessivo (ciume doentio) causa um sofrimento muito grande em quem passa por esta situação, alterando e danificando o relacionamento dos envolvidos e criando uma ferida de insegurança e desconfiança que acaba por permanecer e persistir durante e após o relacionamento.

Em  nosso processo de desenvolvimento aprendemos a vivenciar nossa  independência física, tendo que diferenciar o que é seu corpo daquilo que não é, definindo sua imagem corporal. Este processo sofre influência do meio ambiente em que ela está inserida e as relações estabelecidas refletem-se na formação do autoconceito da criança. Portanto, o autoconceito se desenvolve e evolui. Não nascemos com um conceito formado sobre nós mesmos e este processo de formação pode ser compreendido pelas seguintes teorias (Sánchez & Escribano, 1999).

1 – Simbolismo interativo (Teoria do espelho)

Segundo a teoria do simbolismo interativo, elaborada por Cooley (1902) e Mead (1934) apud (Sánchez & Escribano, 1999) o indivíduo se vê refletido na imagem que os outros fazem dele. Isto ocorre inicialmente com pais e familiares e, à medida que o indivíduo cresce, é influenciado por professores, amigos e colegas

2 – Aprendizagem social

A criança forma seu autoconceito através de um processo de  “imitação”, incorporando as condutas e atitudes das pessoas que são importantes para ela.

O auto-conceito nos esclarece sobre como um indivíduo “inter-age” (Albuquerque & Oliveira, 1999, grifo do autor) com os outros, levando em consideração suas necessidades e motivações; leva a entender aspectos do auto-controle, porque certas emoções e comportamentos surgem em determinadas situações e nos permitem compreender a continuidade e a coerência do comportamento humano ao longo do tempo (Albuquerque & Oliveira, 1999).

Segundo Sánchez e Escribano (1999, p. 13), “o autoconceito é uma atitude valorativa que um indivíduo tem sobre si mesmo, sobre sua própria pessoa. Trata-se da estima , dos sentimentos, experiências ou atitudes que o indivíduo desenvolve sobre seu próprio eu.”

Para Machargo (1991) e Burns (1979,1982) apud (Sánchez & Escribano, 1999), o autoconceito constitui-se de 3 componentes:

a) Cognitivo: são as características que a pessoa vê quando olha para si mesma.

b) Afetivo: caracterizado pelos afetos, emoções e avaliações.

c) Comportamental: o autoconceito influi na forma de se comportar e perceber o mundo.

Albuquerque e Oliveira (1999) apresentam que auto-estima é um dos constituintes do autoconceito mais importantes, sendo entendida como o processo de avaliação que o indivíduo faz das suas qualidades ou dos seus desempenhos. De acordo com Virtue (1998), a auto-estima é um conjunto de opiniões e sentimentos que uma pessoa tem sobre si mesma. Pessoas que gostam de si e respeitam suas próprias vontades são também geralmente respeitadas pelos demais.

A auto-imagem e a auto-estima se transformam em todas as pessoas devido ao processo de crescimento e cada fase da vida acrescenta algo. Porém traumas ou uma auto-estima excessivamente baixa pode impedir que haja progresso do individuo. Para Bee (1977), as crianças com baixa auto-estima são mais ansiosas e menos eficientes em grupo. É possível notar que um indivíduo possui baixa auto-estima quando este não tem uma opinião muito favorável sobre si, não se sente digno de respeito ou de amor e utiliza-se de um dos seguintes recursos por receio de que pelo fato de pensar e sentir-se desta forma seja  rejeitado pelas pessoas (Virtue, 1998).

 

Campo de atuação da Psicologia Hospitalar: Trabalho do Psicólogo Hospitalar na Equipe Multidisciplinar

O campo de atuação do Psicólogo Hospitalar e sua inserção na equipe multidisciplinar do Hospital Geral.

É importante conhecer algumas das tarefas que cabem à Psicologia Hospitalar inserida junto à equipe multidisciplinar, bem como, perceber o favorecimento da humanidade no Hospital que beneficia a recuperação do paciente e permite um maior entrosamento da equipe e dos demais profissionais envolvidos na hospitalização.

Segundo CAMPOS (1995) a equipe multiprofissional em especial o médico, tem o dever de informar o paciente sobre sua situação, e ao psicólogo cabem tarefas já mencionadas como: trabalhar com os conteúdos emocionais internos, as fantasias, medos, dúvidas do paciente, e de também dar assistência aos familiares do mesmo. A equipe multiprofissional deve atuar como um grupo junto ao paciente e familiares. Existe uma necessidade de inter-relação entre os diferentes profissionais, sendo que os mesmos devem estar olhando para o paciente como um todo e não como um ser fragmentado, buscando assim ter uma atitude humanizada.

Sabe-se que muitos casos que chegam ao hospital trazem consigo um pouco da confusão familiar e social que o “distúrbio” ou “doença” produz, isto mostra o quanto é imprescindível a intervenção da equipe médica e uma equipe com múltiplos profissionais, sendo que a ação do serviço social vai poder avaliar a situação familiar e econômica e o psicólogo vai apoiar, orientar e aconselhar (GORAYEB, 2001).

Tendências atuais visam considerar corpo e mente como uma real unidade, sendo esta unidade que adoece, verificando-se assim que os fatores externos devem ser entendidos e avaliados em função da pessoa, na expressão de sua doença. Quando muitos pacientes procuram as clínicas do hospital, indo de uma para outra, parece que estão buscando ao mesmo tempo resolver seus problemas, conflitos, e assim, buscando alguém que delas cuide. Por vezes os pacientes encontram no médico e/ou instituição um modo de vida doentio e solução de conflitos pessoais difíceis. Nesse sentido, é importante estar conciliando a abordagem compreensiva com a explicativa causal, tentando analisar o indivíduo e buscar nele os motivos reais do seu adoecer, assim como o porquê de produzir aquela doença no seu corpo, compreendendo também que quando a pessoa adoece exterioriza um conflito entre o seu mundo interno, com o seu mundo externo (CAMPOS, 1995).

HAYNAL (1981) afirma que o paciente em seu “diálogo” transmite mensagens que vão além do mau funcionamento de seu corpo, essas mensagens refletem um pedido de ajuda e informam sobre as conseqüências sociais da doença. Devido a isso, existe uma necessidade de avaliação clínica mais abrangente, onde se olhe para o todo, em que as angústias, os medos, as dificuldades, as preocupações, as relações do paciente em família e social sejam integradas no exame geral. HAYNAL ainda ressalta que o médico recebe uma formação que lhe permite compreender a psicologia do paciente, entender o seu discurso intencional, extrair dele reação afetiva e emocional, interpretar o seu comportamento, os seus gestos, pode no entanto, sentir dificuldade no seu trabalho por se identificar com ele, mas a compreensão eficaz à vida interior do outro só é compreendida quando consegue-se “colocar na pele dele”.

 

Curso de Especialização em Psicologia Jurídica na UERJ 2012

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Neste site voce pode buscar informações sobre cursos, palestras e eventos de Psicologia 2012

Estão abertas as inscrições para a Especialização em Psicologia JurídicaMestrado em Psicanálise, ambos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). O curso de Psicologia Jurídica é voltado à capacitação de psicólogos para atuarem na interação com o Direito, com foco em Justiça da Infância e da Juventude, Varas de Família e Sistema Penal. As inscrições para o processo seletivo podem ser feitas até 27 de setembro através do site www.cepuerj.uerj.br ou na recepção do Cepuerj, Rua São Francis co Xavier, 524, Pavilhão João Lyra Filho, 1º andar, bloco A, sala 1006, das 9 às 18h, e a taxa de seleção é de R$ 80,00. As aulas serão ministradas de segunda a quinta-feira, das 18h às 22h, com início em março de 2013.

O curso  de Mestrado em Psicanálise tem como objetivo formar mestres e profissionais cujas atividades sejam desempenhadas, com muita efeiciência, no campo institucional e público de saúde. Os interessados deverão ser portadores de diploma de nível superior em Psicologia ou áreas afins.

As inscrições podem ser feitas até o dia 17 de setembro de 2012 no Campus Maracanã da UERJ na rua São Francisco Xavier, 524, Pavilhão João Lyra Filho, bloco B, 10° andar, sala 10.024.

Mais informações podem ser obtidas na recepção do Cepuerj: bloco A, 1° andar, sala 1006 ou pelo emailcepuerj@uerj.br.

 

Cursos e Palestras de Psicologia na USP 2012 – Universidade de São Paulo

Cursos e Palestras de Psicologia na Universidade de São Paulo

Alguns cursos gratis de psicologia e palestras de Psicologia estão sendo oferecidos na Universidade de São Paulo USP em 2012 e que podem ser conferidos na programação abaixo:

Curso sobre Dor crônica

A Associação de Psicologfia de São Paulo e a Sociedade de Psicologia de São Paulo promove o evento sobre Atenção Psicológica a pacientes com dor crônica

Evento de Psicologia na USP dia 06­/10/2012

8:50 às 9:40h – Psicoterapia para pacientes dependentes da dor.

José Tolentino Rosa

Professor doutor do Depto de Psicologia Clínica, Instituto de Psicologia da USP.

9:45 às 10:25h - Apoio psicológico ao perinatal de gestantes com dor crônica e diabetes gestacional.

Lucia de Mello Senra Valle

Doutora em Psicologia Clínica pela USP, psicóloga do Hospital. do Servidor (IAMSPE)

10:30 às 11:15h – A supervisão de atendimento clínico a pacientes com dor crônica: equivalência simbólica, o psicossoma e a escola psicossomática de Paris.

Maria Aparecida Mazzante Colacique, Doutora em Psicologia Clínica pela USP, psicóloga da Clínica Psicológica Durval Marcondes, IPUSP.

11:40 às 13:10h – “O psicossoma e a violência somática no câncer de mama

DVD legendado da conferência de

Joyce McDougall

Psicanalista winnicottiana da Sociedade de Psicanálise de Paris. Neozelandesa radicada na França, desde os anos 50, é reconhecida internacionalmente por ser uma psicanalista de casos “difíceis” e investigar temas da clínica contemporânea, Autora de seis livros, traduzidos para cerca de dez idiomas, entre eles “Teatros do corpo: o psicossoma em psicanálise”, além de vários capítulos de livros e diversos artigos e conferencista internacional.

Duração do filme: 1:30 horas

13:10 às 13:30h - Debate sobre o filme e evento com membros do Grupo de Pesquisa do CNPq“Atenção psicológica a pacientes com dor crônica”.

INSCRIÇÕES

Preencher a ficha de inscrição e fazer depósito em conta corrente em nome da Associação de Psicologia de São Paulo no:

Banco Santander (banco 033), Agência 0658, conta corrente: 13 005053-6.

Valores das inscrições

Estudantes                                      R$ 40,00

Alunos da UNICSUL                     R$ 25,00

Alunos Sócios da ASPSP           R$ 15,00

Psicólogos                                      R$ 75,00

Psicólogos da ASPSP                  R$ 40,00

Outros profissionais                     R$ 75,00

Inscrição com desconto para se associar à ASPSP no evento:

Aspirantes (alunos)R$ 25,00

Titulares (profissionais)R$ 50,00

Os novos sócios pagarão a inscrição do evento como sócios e receberão um exemplar gratuito do Boletim de Psicologia.

Por Fax: Enviar a ficha de inscrição preenchida junto com uma cópia do depósito ou DOC para o Fax: 3091-1645, até dia 2/10/2012.

Ou para o E-mail: sociedade.psicologia@ig.com.br, até dia 2/10/2012.

Informações: Fone (11) 3091-1645, das 13:30 às 17:00 h. com Neide.

Os documentos da inscrição podem ser entregues no Laboratório de Avaliação Psicológica da Universidade Cruzeiro do Sul, com cópia do depósito bancário.

Somente em caso de vagas remanescentes haverá inscrição no local, a partir das 8:30 h.

Local: Universidade Cruzeiro do Sul – Rua Galvão Bueno, 868 – Liberdade.

O mapa do local pode ser obtido no site: www.portalunicsul.com.br/popup/mapa_liberdade.htm

Associação de Psicologia de São Paulo

Av. Prof. Mello Moraes, 1721 – bloco G -
Telefone: 3091 1645, das 13:30 as 17:30