Dor no membro fantasma: Dor Psicológica ou Dor Fantasma – Pessoa que sente dor em um membro que foi amputado

July 2, 2009 – 9:28 pm por Beatriz

Os impactos psicológicos naqueles que sofrem uma amputação são evidentes, vários distúrbios emocionais podem surgir durante a adaptação.

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É comum em pacientes que passaram por amputação de membros apresentarem depressão, autopiedade, amargura, etc.

 

Esses fatores são aceitos como possíveis influências na ocorrência e persistência da dor, porém não podem ser apontado como causa da dor fantasma.

 

A pessoa cria em suas experiências de vida uma auto-imagem e está acostumada a ter um corpo por completo, por isso não é fácil aceitar a perda de um membro que irá afetar sua auto-imagem ou deturpá-la.

 

O membro fantasma representa assim uma expressão da dificuldade de adaptação e de aceitação dessa nova condição.

 

Além desse fator, fisiologicamente as questões corporais e sensoriais devem ser consideradas.

 

O córtex cerebral possui um mapa sensorial das partes do corpo, e ainda possui uma área de representação da região amputada, o que dificulta o cessar das sensações corporais.

 

Estas informações são vividas e experimentadas pela pessoa, ainda por um tempo, de forma verdadeira, como se a parte de seu corpo ainda estivesse presente.

 

Estas questões fazem com que a sensação corporal e a sensação de dor sejam experimentadas, mesmo após a amputação, durante certo período de tempo. Porém esse tempo é curto, normalmente se mistura com a sensação de dor no coto, ou seja, na extremidade do corpo, e desaparece com a adaptação e com a perda sensorial dessa parte amputada.

 

Os casos de sensações e dor que se estendem por períodos mais longos, devem ser avaliados por a pessoa pode estar sofrendo da dor fantasma, que é um fenômeno psicológico e sensorial que possui características específicas.

 

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Transtorno de Personalidade Esquizóide – Sintomas, Tratamento, Relacionamento Social.

July 1, 2009 – 10:10 pm por Beatriz

O transtorno de personalidade esquizóide e outros transtornos de personalidade são distúrbios que envolvem uma sintomatologia que compromete muito a pessoas, interferindo em seus relacionamentos sociais, trabalho, vida afetiva, etc.

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Os sintomas e características do transtorno de personalidade esquizóide são:

- Padrão evasivo e deslocamento de relações sociais

- Gama restrita de expressão de emoções

- Início dos sintomas na idade jovem ou adulta

- Ausência de desejos

-Ausência de amizades e relações afetivas

- Distanciamento afetivo inclusive com a família

- Preferência por atividades solitárias

- Pouco interesse nas relações sexuais

- Indiferença a elogios ou críticas

- Frieza emocional

- Comportamentos considerados estranhos ou excêntricos

 

O tratamento em Psicoterapia para o Transtorno de Personalidade Esquizóide pode ser conduzido em diferentes abordagens, porém nenhum deles é considerado mais eficaz.

 

Tal como acontece com todos os transtornos de personalidade, o tratamento de escolha é a psicoterapia individual.

 

No entanto, as pessoas com esse transtorno normalmente não procuram tratamento, exceto se estiverem em crise aumentada, sob estresse ou pressão na sua vida.

 

O tratamento geralmente deve ser de curto prazo em sua natureza para ajudar a solucionar a crise imediata e individual ou problema mais gritante.

 

O paciente com transtorno de personalidade esquizóide normalmente só fica em tratamento até que perceba melhora em sua situação clínica, quando daí costuma abandonar o tratamento, ou seja, não adere o suficiente para dar sustentação à melhora terapêutica.

 

Para o paciente os objetivos do tratamento, na maioria das vezes, estão somente relacionados à solução imediata da crise situacional e normalmente só aceitação alguma abordagem que permita focalização específica do problema ou no máximo uma psicoterapia breve.

 

O desenvolvimento do relacionamento e uma relação terapêutica confiante provavelmente terão melhor adesão, e isso deve ser realizado como um processo lento e gradual no qual não o paciente nunca se permite desenvolver-se plenamente.

 

As pessoas que sofrem desta desordem frequentemente mantém distância social com as pessoas nas suas vidas, mesmo daqueles próximos a eles.

 

O Psicólogo clínico deve trabalhar para ajudar a garantir a segurança do cliente na relação terapêutica.

 

Deve reconhecer os limites do cliente, pois isso é fundamental, pois não deve criar situações de confrontação.  

 

A Psicoterapia de longo prazo deve ser evitada devido ao seu tempo necessário de envolvimento e adesão que acaba comprometendo os resultados práticos e financeiros com as dificuldades inerentes do comprimento da terapia.

 

Em vez disso, a psicoterapia deve concentrar-se no foco dos problemas emergentes para aliviar a crise atual com objetivos prementes e as preocupações vitais ou estressores na vida do indivíduo.

 

A Psicoterapia Cognitiva com técnicas de reestruturação cognitiva, ensaios comportamentais, e exercícios podem ser adequados para determinados tipos de transtornos esquizóides, formulando políticas claras, corrigindo pensamentos irracionais que estão influenciando negativamente o comportamento do paciente.

 

O quadro terapêutico deve ser claramente definido no início do tratamento.

 

A estabilidade e o apoio são as chaves para o bom tratamento com alguém que sofre de transtorno personalidade esquizóide.

 

O terapeuta deve ter cuidado para não “abafar” o cliente e ser capaz de tolerar algumas possíveis deliberações de comportamentos.


Outra alternativa é a terapia de grupo, com grupos homogêneos ou heterogêneos que podem ajudar-se mutuamente, dirigidos por profissionais competentes.

 

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Transtorno Borderline: Conseqüências da Personalidade Borderline e Relacionamento Social do Borderline

July 1, 2009 – 8:48 pm por Joel

Indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline podem apresentar instabilidade afetiva que é devido a uma acentuada reatividade do humor.

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É comum no transtorno borderline a disforia episódica intensa, com irritabilidade ou ansiedade geralmente com duração de algumas horas e apenas raramente mais de alguns dias.

 

A base do humor disfórico das pessoas com Personalidade Borderline é frequentemente interrompida por períodos de raiva, pânico ou desespero e raramente é aliviado por períodos de bem-estar ou satisfação.

 

Estes episódios podem refletir a extrema reatividade do indivíduo a relacionamentos interpessoais, que sentem como rejeição.

Indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline podem ser incomodados por sentimentos de vazio crônicos, sentimentos de rejeição e abandono, não importando se isso é real ou fantasioso.

 

Estas pessoas ficam facilmente entediados, podem constantemente procurar algo para fazer para tentar preencher esse vazio, desenvolvendo manias, vícios e atos compulsivos.

 

Indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline frequentemente expressam de forma inadequada e intensa a raiva ou a dificuldade em controlar sua raiva.

 

Eles podem exibir extremo sarcasmo, persistente amargura ou explosões verbais.

 

A raiva é muitas vezes suscitada quando um cuidador ou amante é visto como negligente, repressor, ou quando se sente rejeitado ou abandonado.

 

Tais expressões de raiva freqüentemente são seguidas por vergonha e culpa e contribuem para a sensação de que eles têm de ser mal.

Durante períodos de estresse extremo, ocorrem ideação paranóide transitória ou sintomas dissociativos, como por exemplo, despersonalização.

 

Estes transtornos podem ocorrer de forma transitória, mas não são geralmente de gravidade ou duração suficiente para justificar um diagnóstico adicional.

 

Estes episódios ocorrem mais freqüentemente em resposta a um abandono real ou imaginário.

 

Os sintomas tendem a ser transitórios, durando minutos ou horas. O

 

A experiência real ou percebida do retorno do cuidador ou do amante que sentia perdido, pode resultar em uma remissão dos sintomas.

 

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Dor psicológica em um membro que já foi amputado: Como entender e tratar a dor em um membro que já foi amputado

June 29, 2009 – 10:10 pm por Joel

A amputação de um membro (mão, pés, pernas, braços) é uma cirurgia que denota sentimento de perda, que mutila e limita a pessoa em suas atitudes, obrigando a uma adaptação difícil, tanto a nível físico (andar, segurar, movimentar-se, etc.), quanto a nível psicológico (perceber-se com a integridade corporal modificada, alterada), afetando sua auto-imagem corporal.

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Mesmo após a amputação de um membro, muitas pessoas vivenciam seu corpo como se esse membro ainda estivesse presente, sentindo dor, formigamento, dormência, sensação de existência e até de movimento.

 

A sensação de realidade do membro é comum entre as pessoas que tiveram algum membro amputado, diferente da dor fantasma, que é uma sensação dolorosa que persiste por um tempo, mesmo após a cicatrização e que prejudica a própria aceitação da amputação e sua adaptação.

 

Algumas pessoas sentem uma dor antes da amputação que está relacionada, muitas vezes, ao medo da própria cirurgia, da anestesia ou de fantasias sobre a cirurgia e do pós-operatório. Essa dor é identificada antes da cirurgia, diferentemente da dor fantasma.

 

Alguns estudos mostram que pacientes que apresentaram dor antes da cirurgia, costumam também apresentar sensações dolorosas após a amputação com maior freqüência.

Estudos mostram que a dor fantasma, ou dor no membro fantasma, são descritas de forma diferentes por alguns pacientes o que permite identificar alguns subtipos que se relacionam com o membro amputado, com o grau de amputação e com a importância do membro ou de sua amputação na limitação física da pessoa.

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Dor do membro fantasma: Dor em um membro amputado. Como tratar a dor fantasma. Dor psicológica de um membro amputado

June 29, 2009 – 10:04 pm por Joel

Algumas pessoas que passaram por cirurgia de amputação de um membro, perna, braço, mão, pé, continuam sentindo o membro como se ainda ele estivesse em seu corpo.

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É comum inclusive a pessoa relatar sentir fortes dores neste membro fantasma, sentindo como insuportável tornando-se um obstáculo para a reabilitação da amputação.

 

Psicologicamente pode ser dada uma explicação de que a pessoa estaria com dificuldades de aceitar a mutilação e a dor estar relacionada com seu desejo de preservar e manter o membro amputado de forma a não perder a integridade corporal.

 

No entanto, a sensação de ter um membro fantasma é tão real que vários dos pacientes acometidos de dor fantasma relatam que caíram da cama ao tentar caminhar após ter amputado o membro, e pessoas que tiveram as mãos amputadas tentaram atender ao telefone, pois a sensação de ainda ter o membro era muito forte.

 

Os principais sintomas relatados por pacientes com a sensação de membro fantasma são: dormência no membro amputado, câimbra, pontadas, sensação de existência do membro, dor intensa no membro amputado, formigamento, queimação, ilusão de movimento.

 

Esta dor relatada por muitos pacientes deve ser diferenciada da dor do coto, que refere à dor na extremidade da amputação e é comum no pós-operatório.

 

A dor no coto é uma dor localizada, perceptível e relacionada ao corte e à incisão característica de intervenções cirúrgicas. Esta dor normalmente é de curta duração, é anestesiada facilmente e tende a desaparecer após a cicatrização.

 

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Dor no membro Fantasma: Dor em um membro que já foi amputado. Dor após a amputação de um membro

June 29, 2009 – 9:59 pm por Joel

Muitas pessoas relatam sentirem dor em um membro que já foi amputado, mas a pessoa sente como se este membro ainda fizesse parte de seu corpo, sente o membro, sente a dor, mesmo sabendo que ele foi amputado.

 

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A dor fantasma, ou dor no membro fantasma é uma síndrome dolorosa, que possui características específicas, e com muitas indagações, e controvérsias que originaram pesquisas científicas para melhor identificar, considerar sua nosologia e atribuir conotação científica.

 

As pesquisas já provaram que não se trata de um simples apego emocional ao membro amputado. E nem é o braço, ou a perna, que gera o fantasma. É o cérebro.

 

O sintoma básico da dor fantasma é a sensação dolorosa, que pode ser de ardor ou esmagamento, de um membro já amputado.

 

A informação prévia ao paciente de que seu membro será retirado pode causar grandes preocupações, o que aumenta as possibilidades futuras do aparecimento da dor.

 

A dor fantasma deve ser distinta de outras dores, como por exemplo, da dor cirúrgica, da cicatrização, da anestesia, etc.

 

A dor fantasma refere-se às sensações dolorosas que persistem por muito tempo, mesmo após a cicatrização.

 

A dor fantasma não é uma sensação nova ou um termo recente na medicina e nem no enquadre psicológico de um paciente cirúrgico.

 

A dor fantasma já era relatada em casos antigos quando pacientes que tiveram o membro inferior amputado relatavam sensações, geralmente dolorosas, da presença do mesmo, sem que este ainda fizesse parte de seu corpo.

 

Na época algumas pessoas acreditavam que tais sintomas comprovavam a imortalidade da alma. E foi a partir daí que tiveram início os primeiros estudos sobre membro-fantasma (definido como dor fantasma posteriormente).

 

As pesquisas psicológicas realizadas mostraram que a sensação de dor de um membro amputado tem origem psíquica, mas com a evolução dos estudos pôde-se comprovar que aquela também está relacionada com fatores fisiológicos (orgânicos).

 

À medida que as hipóteses psicológicas deram espaço para as hipóteses fisiológicas, as pessoas que, antes, temiam relatar ter a sensação de dor fantasma, pois temiam ser consideradas insanas, passaram a descrever o que sentiam.

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Tratamento para Tiques e Síndrome de Tourette – Grupo de Medicamentos para alívio de sintomas e controle de tiques

June 29, 2009 – 6:38 pm por admin

A Síndrome de Tourette não tem cura, porém é possível o alívio de sintomas e o controle dos tiques com uso concomitante de psicoterapia e terapia medicamentosa.

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O uso de medicamentos ocorre em pequenas doses, com aumentos graduais até que se atinja o máximo de supressão dos sintomas com o mínimo de efeitos colaterais.

 

A posologia dos medicamentos varia para cada paciente, necessitando ser avaliada atentamente pelo médico.

No grupo dos medicamentos utilizados no tratamento dos portadores de transtornos de tiques, encontram-se os antidepressivos tricíclicos, usados também no transtorno de déficit de atenção e hiperatividade associados.

 

Estudos mostram que os antagonistas dos receptores dopaminérgicos reduzem a freqüência e a severidade dos tiques em cerca de 70% dos casos.

Dessa forma, os antagonistas dos receptores de dopamina são largamente utilizados.

O haloperidol, um neuroléptico com ação antagônica sobre os receptores dopaminérgicos, foi o mais utilizado inicialmente na Síndrome de Tourette.

 

O tratamento, entretanto, apresenta uma série de efeitos adversos, como sintomas extrapiramidais de características parkinsonianas, sedação, disforia, hiperfagia com ganho de peso e, o mais grave, discinesia tardia.

A pimozida tem sido proposta como alternativa ao haloperidol, devido à eficácia comparável e menor ocorrência de efeitos adversos extrapiramidais. Por outro lado, este medicamento possui efeitos de maior gravidade, envolvendo o sistema cardiovascular, incluindo ainda sedação e disfunção cognitiva.

Na prática clínica, existe uma forte tendência a substituir os chamados antagonistas típicos de receptores dopaminérgicos, tais como, haloperidol e pimozida, pelos antagonistas atípicos (risperidona, olanzapina e, em menor extensão, quetiapina) ou por agonistas dos receptores alfa-2-adrenérgicos como a clonidina e a guanfacina.

 

Os antagonistas atípicos oferecem poucos efeitos adversos e vêm substituindo, gradualmente, o haloperidol e a pimozida, como suporte principal no tratamento dos tiques.

Os efeitos adversos do uso da risperidona são a sedação, aumento de apetite e elevação dos níveis de prolactina. Embora sintomas extrapiramidais sejam eventualmente observados, esses são muito menos freqüentes do que com o uso de haloperidol ou pimozida. Disforia e depressão podem ocorrer em indivíduos predispostos durante o tratamento com risperidona.

 

Alguns estudos indicam efeito terapêutico da quetiapina no tratamento de tiques, sendo requerida em altas doses (200 a 500 mg ao dia), entretanto, pode provocar o aumento de peso corporal do paciente.

A olanzapina parece ser uma droga eficaz no tratamento da Síndrome de Tourette apresentando redução global dos tiques graves e 75% apresentaram melhora parcial do quadro, bem como, de sintomas agressivos presentes na síndrome, sem efeitos colaterais significativos, se comparados com os apresentados no uso dos neurolépticos típicos.

 
Moléculas que mimetizam agonistas alfa-adrenérgicos, como a clonidina e a guanfacina, também podem ser utilizadas no tratamento da Síndrome de Tourette, apresentando resultados positivos em estudos controle.


Outro agonista seletivo para o receptor alfa-2 é a guanfacina que tem sido sugerida como substituta à clonidina no tratamento da Síndrome de Tourette.

 

Outras drogas como a nicotina, tetrabenazina e benzodiazepina também são atualmente empregadas em tratamentos alternativos da Síndrome de Tourette, bem como, a injeção de toxina botulínica, que pode ser uma boa opção terapêutica para o tratamento de tiques motores e em alguns casos para tiques vocais.

 
Finalmente, resultados positivos foram verificados com o uso da tiaprida, da sulpirida e da amisulprida, com melhoras substanciais dos sintomas. A primeira mostrou-se eficaz no controle dos tiques em crianças, com a vantagem de não produzir efeitos discinéticos marcantes.

 

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Transtorno de Personalidade Borderline: Dificuldades de Relacionamento da pessoa com distúrbio borderline.

June 28, 2009 – 2:03 pm por Beatriz

A características do transtorno borderline está associada com a impulsividade, agressividade e falta de confiança, permeada pelo sentimento de abandono real ou imaginário.

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Pode haver um distúrbio caracterizado pela identidade acentuadamente instáveis da auto-imagem ou sentimento de autocapacidade. 
 

A pessoa borderline desenvolve uma maneira de ataque ao mundo para evitar um ataque à sua identidade, já que possui um sistema persistentemente instável, com auto-imagem prejudicada e com variações súbitas.

Existem súbitas e dramáticas mudanças na auto-imagem, caracterizadas pela deslocação de metas, valores e aspirações profissionais.

 

Pode haver mudanças bruscas nos pareceres e planos sobre a carreira profissional, identidade sexual, valores e tipos de amigos.

 

Estas pessoas podem mudar de repente de papel social, passando de um necessitado suplicante a um vingador justiceiro.

 

Embora o borderline geralmente tenha uma auto-imagem que está sendo baseado no bom ou o mau, a pessoa com esta desordem pode, por vezes, ter sentimentos que não existe base real para ocorrer e sim por uma quebra idealizada ou imaginária.

 

Tais experiências habitualmente ocorrem em situações em que o indivíduo sente a falta de uma relação significativa, ou de estímulo e apoio.

 

Estes indivíduos podem mostrar pior desempenho em situações não estruturadas, nas amizades, no trabalho ou na vida escolar.

Indivíduos com Personalidade Borderline exibem impulsividade em pelo menos duas áreas que são potencialmente autoprejudiciais.

 

Eles podem desenvolver vício em jogar, gastar dinheiro irresponsavelmente, farras e riscos, comer impulsivamente, abuso substâncias tóxicas, engajar em relações sexuais sem proteção, imprudência e desafios impróprios.

Indivíduos com Personalidade Borderline por vezes também podem apresentar comportamentos suicidas recorrentes, gestos ou ameaças, ou automutilações.

 

O Completo suicídio ocorre de 8 % a 10% dos casos, o que é considerado um índice muito alto e precisa ter consideração constante.

 

A automutilação, por exemplo, cortes no corpo, queimaduras, etc., bem como as ameaças suicidas são comuns e precisar estar sob vigilância, mesmo quando medicados.

 

A recorrência em tentativas de suicídio é muitas vezes o pedido que estes indivíduos fazem para solicitar e evidenciar sua necessidade de ajuda.

 

Os atos suicidas, de automutilação e de chamar a atenção com comportamentos perigosos, normalmente são precipitados por ameaças de separação ou rejeição, ou ainda, por expectativas de assumir uma responsabilidade que de acham incapaz.

 

A automutilação pode ocorrer durante experiências dissociativas e freqüentemente traz alívio pela reafirmação da capacidade de sentir ou pela experiência do indivíduo de confirmar sua existência como mal.

 

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Transtorno Borderline: Características da pessoa borderline e suas dificuldades nos relacionamentos sociais

June 28, 2009 – 1:59 pm por Beatriz

Indivíduos com Transtorno Borderline fazem esforços frenéticos para evitar o abandono real ou imaginado.

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A percepção da iminência de separação ou rejeição, ou a perda da estrutura externa, pode levar às mudanças profundas na auto-imagem, afeto, cognição e comportamento.

 

Estes indivíduos são muito sensíveis às circunstâncias ambientais.

 

Possuem sentimentos intensos e inadequados de abandono e raiva mesmo quando são confrontados com uma separação real de tempo limitado ou quando existem mudanças inevitáveis em planos.

 

Isso fica visível, por exemplo, quando apresentam inconformismo por ter acabado seu horário de terapia, ou apresentam fúria por alguém ter chegado atrasado a um compromisso, etc.

Para estas pessoas, sentirem-se abandonados, refletem que são maus, que são desmerecedores de confiança ou apego.

 

Estes receios estão relacionados com uma intolerância de estar sozinho e uma necessidade de ter outras pessoas com eles.

 

Seus esforços frenéticos para evitar o abandono podem incluir ações impulsivas, tais como, a ações automutilantes ou até mesmo comportamentos suicidas.Indivíduos com Transtornos Borderline, ou Personalidade Borderline têm um padrão de relacionamentos instáveis e intensos.

 

 

 

Eles podem idealizar cuidadores potenciais ou amantes ideais logo no primeiro encontro com uma pessoa e com isso achar e desenvolver uma necessidade de ficar constantemente juntos, partilhando os detalhes mais íntimos no início de um relacionamento.

 

No entanto, podem mudar rapidamente de opinião e sentimentos, desvalorizando-os sem motivo aparente, sentindo que a outra pessoa não se importa o suficiente, não dá o suficiente, não é o suficiente para ele.

 

Estas pessoas podem simpatizar com os outros e nutrir as pessoas, mas apenas com a expectativa de que a outra pessoa irá dar o retorno para satisfazer suas próprias necessidades de procura.

 

Esses indivíduos estão propensos a súbitas e dramáticas mudanças de opinião em relação aos outros, e podem ser vistos alternadamente como suportes beneficentes ou como cruéis punitivos.

 

Estas mudanças refletem frequentemente sua desilusão com um cuidador cujo estímulo de qualidades foram idealizadas ou cuja rejeição ou abandono são esperados.

 

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Tratamento para Tiques nervosos: Tratamento para Síndrome de Tourette

June 27, 2009 – 4:39 pm por Joel

Como pode ser estabelecido um tratamento para tiques nervosos. O uso da psicoterapia e da terapia medicamentosa no controle de tiques  na Síndrome de Tourette

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Depois de diagnosticada a Síndrome de Tourette, os aspectos diretamente relacionados aos sintomas, como a localização, freqüência, intensidade, complexidade e interferência na vida diária dos pacientes, devem ser cuidadosamente avaliados antes de se iniciar qualquer conduta terapêutica.

 

O diagnóstico e tratamento precoces são essenciais, a fim de reduzir ou evitar possíveis conseqüências psicológicas para o paciente.

 

A escolha do tratamento deve ser apropriada para cada caso de pessoa com Síndrome de Tourette, dependendo do tique desenvolvido, como tique motor ou verbal.

 

O tipo de tratamento pode incluir abordagens farmacológica e psicológica. A natureza intencional dos tiques permite uma abordagem terapêutica comportamental com o objetivo de reduzir sua freqüência através da interrupção da seqüência estímulo-resposta.

 

Na abordagem psicológica não só o paciente é trabalhado com suas questões e dificuldades, mas também, são orientados pais, familiares e pessoas próximas, sobre as características da doença e o modo de lidar com o indivíduo afetado.

 

A reversão de hábito tem se mostrado eficaz para o tratamento dos tiques na Síndrome de Tourette

 

Um tratamento multidisciplinar permite um programa terapêutico eficaz, contando com a colaboração de familiares e do paciente, visando o apoio psicológico e a reintegração social do mesmo.

O uso de medicamentos ou outras técnicas podem trazer tanto benefícios quanto efeitos colaterais e, portanto, a abordagem farmacológica deve ser considerada somente quando os benefícios da intervenção forem superiores aos efeitos adversos.

 

Além disso, fatores psicológicos e sociais podem influenciar na evolução da resposta terapêutica em pacientes com Síndrome de Tourette.

 

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