Diagnóstico de depressão e os critérios para identificação dos sintomas da depressão

O diagnóstico da depressão e os sintomas do distúrbio do humor. A depressão comum diagnosticada e mais grave é chamada de episódio depressivo maior.

Identifique neste site também outros posts sobre depressão, teste de depressão e outros testes psicológicos. Veja ainda sobre teste de personalidade e teste de ansiedade e síndrome do pânico.

Os critérios do DSMIV-TR indicam um estado de humor bastante deprimido que dura pelo menos duas semanas e inclui sintomas cognitivos como sentimento de menos valia e indecisão juntamente com funções físicas alteradas, como padrões de sono, mudanças no apetite a ponto de qualquer atividade necessitar de um maior esforço. Em geral vem acompanhados da perda de interesse nas coisas e pela incapacidade de experimentar qualquer prazer, incluindo interações com a família, amigos entre outras tarefas relacionadas ao meio social

A depressão é um dos transtornos de humor mais comum que causa sofrimento em seus portadores e também nas famílias. Atualmente apresentando-se como um dos maiores problemas de saúde.

Apesar de sua importância, por ser menos conceituada cientificamente, existe pouco reconhecimento a respeito. Um fator que ocorre com frequência é o preconceito e a falta de entendimento para com o portador da depressão, como a falta de compreensão pelos familiares, grupos de amigos e meio social.  É comum o ser humano apresentar flutuações do afeto devido à resposta às situações do seu dia a dia, bem como, sentimentos de tristeza, desânimo e frustrações, cujos fatores são frequentes respostas às vicissitudes da vida (SILVA, 2011).

Estas respostas às vezes passam a ter características inadequadas, ou seja, patológicas, devido à intensidade ou circunstâncias a qual a pessoa foi submetida, ou à forma com que a pessoa lida com estes fatores.

Uma das preocupações mais urgente da Organização Mundial da Saúde, OMS (1996), é detectar as principais doenças que matam ou incapacitam um individuo ao longo da vida. De tal modo que estudos baseados em dados da OMS, desde 1950, comprovaram que dentre dez doenças incapacitantes, cinco eram psicológicas ou mentais e a depressão ocupava, em 1990, o quarto lugar nessa escala. Segundo a pesquisa realizada por Paulo (2005), destacou-se uma previsão de que  até o ano 2020 a depressão irá ocupar o segundo lugar de incapacitação, perdendo apenas para a isquemia do coração ( doença que se refere a uma parte do coração, músculo cardíaco denominado “miocárdio”, que lesado pode levar ao infarto).

Considerando os fatores psicológicos da depressão, pode-se entender este distúrbio como sendo parte das próprias cognições e esquemas cognitivos disfuncionais. Observa-se que pacientes com depressão acreditam e agem como se as coisas estivessem piores do que realmente são, conceitos presentes segundo alguns princípios e compreensão da abordagem da terapia cognitiva objetivista desenvolvida por Aaron Beck (QUINTANA, 2011).

 

Como a depressão atinge as pessoas e prejudica seu sistema de saúde

A depressão é um mal que atinge milhões de pessoas no Brasil e no mundo. O tratamento para depressão exige uma combinação de esforços para que o indivíduo consiga quebrar a insistência dos pensamentos negativos. Veja sobre teste de depressão e outros testes psicológicos. Acesse teste de personalidade e teste para ansiedade.

A depressão faz com que fazem com que a pessoa, enquanto depressiva, se enxergue de forma depreciativa, percebe ainda o mundo de forma hostil e difícil e tem expectativas futuras negativas e de que tudo vai piorar ainda mais.

A depressão em indivíduos com doenças crônicas possui uma grande influência negativa, por ser um fator que o impede de seguir o tratamento adequado levando muitas vezes ao abandono do tratamento e como consequência maio probabilidade da morte precoce. O tratamento para uma depressão precisa ter eficácia em um período de curto prazo afim de não agravar o quadro clínico do paciente (QUINTANA, 2011).

A forma com que cada paciente vivencia o processo da doença e seu enfrentamento pode variar de acordo com as características da personalidade do paciente e a probabilidade existente em sua genética (ZIMMERMANN et al, 2004).

Zimmermann et al (2004) em suas pesquisas constataram que os pacientes deprimidos apresentam um risco maior de morte e ao mesmo tempo um aumento de internações em hospitais quando são comparados com pacientes não deprimidos, pois, os pacientes com doenças clínicas e depressão possuem maior possibilidade de não seguirem as recomendações médicas.

Diversas doenças estão associadas à depressão, sendo as mais comuns às doenças cardiovasculares, endocrinológicas, neurológicas, renais, oncológicas e também dores crônicas (TENG; HUMES; DEMETRIO 2005).

As doenças crônicas constituem uma das principais causas de morte nos países desenvolvidos, entre estas doenças estão os cardiovasculares, os cânceres, diabetes mellitus, e as doenças respiratórias. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS, 2003). Estas doenças não transmissíveis possuem duração prolongada, e vem acompanhada de distúrbios mentais. Os agravos demonstrados apresentam 59% do total de óbitos no mundo e presume-se que até o ano de 2020 irá aumentar para 60% com maior incidências de doenças cardíacas, acidente vascular cerebral e câncer (SILVA, 2011).

Observa-se que cada sintoma pode levar a outros, num ciclo vicioso de sintomas, formando uma condição crônica que leva a tensão muscular seguido de dor que leva ao estresse e ansiedade trazendo assim  problemas emocionais como a depressão vinculada a fadiga constituindo definitivamente a condição crônica (SILVA, 2011)

 

Terapia ABA na aplicação com crianças autistas

Análise do Comportamento Aplicada : A abordagem comportamental é uma das aplicações da Psicologia que mais é recomendada para intervir e atuar com pacientes que possuem alguma limitação cognitiva. O uso de testes psicológicos e as estratégias comportamentais são muito úteis na avaliação e na intervenção junto a crianças portadoras de limitações, pois ajudam no reconhecimento e no desenvolvimento das habilidades para melhor inserção social e aprendizagem.  Veja neste site testes de personalidade e testes de ansiedade.

No trabalho com crianças e familiares que enfrentam as dificuldades advindas destas limitações, o acolhimento e compreensão da vivencia familiar, bem como, as tentativas que já foram buscadas, são fatores que devem ser considerados para uma nova esperança de atendimento que permita a expressão das expectativas além do controle da ansiedade.

A ABA (análise do comportamento aplicada) é um modelo de explicação e modificação do comportamento humano baseado em evidências empíricas. Apesar de sua aplicação se estender à clínica com adultos, escolas, organizações e terapia para pessoas especiais, ela ficou mais conhecida no Brasil devido ao trabalho realizado com crianças diagnosticadas com autismo.

A Terapia ABA tem sido apontada como a mais promissora no tratamento de indivíduos autistas (Howard, Sparkman, Cohen, Green & Stanislaw, 2005; Landa, 2007; Smith, Mozingo, Mruzek, & Zarcone, 2007; Naoi, 2009). Diferentes grupos de pesquisa relataram que cerca de 50% das crianças que participaram de tratamento ABA de forma intensiva atingiram funcionamento típico após dois a quatro anos de terapia; e as outras 50% obtiveram ganhos significativos em comunicação, contato social e tarefas de auto-cuidado (e.g. Lovaas, 1987; McEachin, Smith & Lovaas, 1993; Sallows & Grapner, 2005).

CADEIA COMPORTAMENTAL E REFORÇAMENTOS CONDICIONADOS

Um encadeamento comportamental é uma seqüência de estímulos discriminativos

(SDs) e respostas (Rs), na qual cada resposta, exceto a última, produz o SD para a próxima resposta, sendo a última resposta tipicamente seguida por um reforçador. Além de ser uma deixa para a próxima resposta, cada SD (após o primeiro) em um encadeamento comportamental é um reforçador condicionado para a resposta anterior.

Muitas seqüências comportamentais que você executa na sua vida diária são cadeias comportamentais. Tocar determinada música num instrumento musical, escovar os dentes, amarrar seus sapatos e fazer um sanduíche são cadeias comportamentais. No entanto, nem todas as seqüências comportamentais são cadeias comportamentais. Estudar para uma prova, fazer a prova e ir à próxima aula para saber sua nota representam uma seqüência geral de comportamentos à qual você se submete em todos os cursos que faz. Mas tal seqüência geral consiste em uma variedade de atividades (ler, memorizar, escrever etc.), com muitas quebras na ação (estudar, depois dormir, depois ir para a aula etc.). A seqüência não é composta de uma série consistente de estímulos e respostas na qual cada estímulo (com exceção do último) é um reforçador condicionado para a resposta anterior e um SD para a resposta seguinte.

ENCEADEAMENTO REVERSO OU ENCADEAMENTO DE TRÁS PARA FRENTE

Um segundo método importante para se ensinar uma cadeia comportamental é chamado de encadeamento de trás para frente ou reverso. Tal método constrói a cadeia gradualmente em uma ordem inversa àquela em que a cadeia é executada. Isto é, inicialmente é estabelecido o último passo; depois é ensinado o penúltimo passo e este é ligado ao último passo; então é ensinado o antepenúltimo passo, que é ligado às duas últimas etapas; e assim por diante, progressivamente, do final até o começo da cadeia. O encadeamento reverso foi usado em numerosos programas, incluindo o ensino de vários comportamentos, como se vestir, se arrumar, trabalhar e comportamento verbal, para indivíduos com desenvolvimento atípico (p. ex., Martin, England e England, 1971). Por exemplo: para ensinar Caio, um menino com desenvolvimento atípico, a vestir as calças.

Realizamos então uma avaliação de linha de base para determinar o tipo de deixa necessária para Caio corretamente executar cada etapa. A seguir, iniciamos o treino, começando pela última etapa. O instrutor ajudava Caio a colocar as calças, com exceção da resposta da etapa 7 que era subir o zíper da calça. Depois, foram realizadas diversas tentativas do treinamento para ensinar a Caio a resposta da etapa 7. Como você pode ver  no decorrer das diversas tentativas, as deixas foram esvanecidas até que Caio conseguisse, ele mesmo, subir o zíper. Quando Caio já havia aprendido isso, o professor iniciou com ele a etapa 6 (subir a calça até o nível da cintura) e o ensinou a terminar a cadeia a partir dessa etapa. Quando Caio já conseguia executar as duas últimas etapas sem erros, os treinos passaram a ter início na etapa 5 (colocar os pés na calça). Com as calças abaixo dos tornozelos, Caio foi ensinado a puxá-las até em cima  o que era o SD para que ele executasse a próxima etapa. Executar cada etapa fornecia o SD para executar a etapa seguinte. Em cada tentativa, Caio completava todas as etapas aprendidas previamente. O treinamento prosseguiu dessa maneira, com uma etapa acrescentada a cada vez, até que Caio pudesse executar as sete etapas. Durante todo o treinamento, etapas individuais executadas corretamente eram reforçadas com elogios, e a finalização da etapa 7, em cada tentativa, era seguida por um reforçador comestível (um doce ou chocolate).

Com base no princípio do reforçamento condicionado  quando se utiliza o encadeamento reverso, o reforçamento da última etapa na presença do estímulo apropriado, em várias tentativas, estabelece tal estímulo como um estímulo discriminativo para a última etapa e como um reforçador condicionado para a penúltima etapa. Quando é acrescentada a etapa anterior à última, o SD dessa etapa também se torna um reforçador condicionado e assim sucessivamente. Dessa maneira, o poder do reforçador positivo que é apresentado no final da cadeia é transferido para cada SD, à medida que é adicionado à cadeia. Assim, o encadeamento reverso tem uma vantagem teórica de sempre ter a presença de um reforçador condicionado para fortalecer cada resposta nova que é adicionada à esta seqüência.

REFERÊNCIAS

Braga-Kenyon, P., Kenyon, S. E., & Miguel, C. F. (2002) Análise do Comportamento Aplicada: Um modelo para Educação Especial. In W. Camargos (Ed.), Transtornos invasivos do desenvolvimento: 3o Milênio (p.148-154). Brasilia, DF: CORDE.

Cautilli, J. D., Hancock, M. A., Thomas, C. A. & Tillman, C. (2002). Behavior Therapy and Autism: Issues in Diagnostic and Treatment. The Behavior Analysis Today, 3, 229-242.

Howard, J. S., Sparkman, C. S., Cohen, H. G., Green, G. & Stanislaw, H. (2005). A comparison of intensive behavior analytic and eclectic treatments for young children with autism. Research in Developmental Disabilities, 26, 359-383.

Lovaas, O. I. (2002). Teaching Individuals with Developmental Delay: Basic Intervention Techniques. Austin: Pro-ed.

Martin, G., & Pear, J. (2009). Modificação de comportamento: o que é e como fazer. São Paulo: Roca.

McEachin, J. J., Smith, T. & Lovaas, O. I. (1993). Long-Term Outcome for Children With Autism Who Received Early Intensive Behavioral Treatment. American Journal on Mental Retardation, 97, 359-372.

Sallows, G. O. & Graupner, T. D. (2005). Intensive Behavioral Treatment for Children With Autism: Four-Year Outcome and Predictors. American Journal of Mental Retardation, 110, 417-428.

 

Personalidade: como é formada nossa personalidade

Como se forma a personalidade de uma pessoa

A personalidade corresponde a um conjunto de traços marcantes que demonstra como a pessoa age no mundo e como enfrenta sua realidade. Veja neste site diferentes definições de personalidade e acesse os testes de personalidade, testes psicológicos, teste de ansiedade, teste de TDAH, teste de depressão.

A formação da personalidade ocorre durante toda a vida do indivíduo e se caracteriza pelas experiências de vida e pelas condições genéticas e ambientais que a pessoa vivencia em sua existência.

Diferentes teóricos postulam teorias que desmistificam a formação da personalidade e procuram ajudar a conhecer os principais fatores desencadeantes que provocam jeitos de agir e atuar no mundo.

Uma das teorias que explica a personalidade é a teoria da aprendizagem social definida com o autor Bandura. A personalidade resulta da interação do contexto social, dos fatores pessoais (estruturas cognitivas, expectativas, valores, competências) e do comportamento – reciprocidade triádica, pois cada um dos três atua como determinante indissociável dos outros (Papalia, Olds & Feldman, 2001; Sprinthall & Sprinthall, 1993).
Para este autor,  o contexto social é o cenário fundamental para a ocorrência da aprendizagem e o indivíduo pode mudar o seu comportamento através do reforço vicariante: forma de aprendizagem indireta uma vez que resulta da observação e imitação de modelos, isto é, o sujeito aprende a partir da reprodução de um modelo que observou e cujo comportamento foi reforçado (aprendizagem por observação/modelação) (Papalia, Olds & Feldman, 2001; Sprinthall & Sprinthall, 1993)

Já o autor Erick Erikson optou por uma teoria psicossocial, dando maior relevância aos aspectos sociais, sobretudo à importância das experiências vividas nas várias etapas do desenvolvimento.. Este autor  estudou, então, todo o ciclo de vida (do nascimento até à velhice), dividindo-o em oito estádios, em que cada estádio contribui de forma específica para a formação da personalidade, mantendo a sua importância mesmo depois de ter sido ultrapassado, visto que todo o processo é interdependente – os êxitos e fracassos vividos anteriormente influenciam os estádios seguintes (Palacios & Hidalgo, 2004).

O pai da Psicanálise, Sigmund Freud define a personalidade como marcada pelo desenvolvimento psicossexual, que se divide em 5 estádios: o oral (do nascimento até aos 18 meses), o anal (dos 18 meses aos 3 anos), o fálico (dos 3 aos 7 anos), o de latência (dos 7 aos 12 anos) e o genital (adolescência).
O período em estudo (6 aos 12 anos), denominado estádio de latência, caracteriza-se por uma etapa de relativa tranquilidade, onde há uma diminuição das pulsões sexuais e dos desejos hostis. As relações passam a ser mais tranquilas, acolhedoras e afetuosas. Isto acontece devido ao declínio da conflituosidade edipiana (complexo de Édipo/Electra) dos anos anteriores. Assim, os desejos edipianos são substituídos pela identificação com o progenitor do mesmo género do qual se apropria de determinados aspectos, atributos ou traços. Tal fato é possível pela formação do superego, com a resolução do complexo de Édipo, que pressupõe a interiorização das normas e dos valores presentes no meio social (Palacios & Hidalgo, 2004).

Outros autores possuem definições diferentes da personalidade e você pode encontrar neste site mais resumos e descrições da personalidade, bem como aproveitar e verificar os testes de personalidade que podem ajudar a conhecer um pouco mais sobre seu jeito de ser e atuar no mundo

Acesse a categoria personalidade e testes de personalidade, teste psicológicos.

 

Esquizofrenia: Formas clínicas e evolução da doença em jovens e adultos

A esquizofrenia é uma doença mental que atinge um número significante de sujeitos em todo o mundo. Veja mais sobre Esquizofrenia, Esquizofrenia paranóide, teste psicolólgico, teste de personalidade, teste de ansiedade

Estima-se que até 3% da população mundial pode desenvolver este transtorno, quer seja, por condições genéticas e hereditárias, quer seja por situações provocadas pela experiência de vida.

A Esquizofrenia atinge principalmente os jovens, de forma igualitária entre os gêneros masculino e feminino. A Esquizofrenia costuma ser desencadeada principalmente na fase da adolescência e idade adulta, podendo acontecer casos com aparecimento da doença em jovens de menos idade e até mesmo na infância.

Algumas características da esquizofrenia são:

1)Alterações do pensamento: delírios (alteração do conteúdo do pensamento), interrupções do pensamento (alterações do curso do pensamento) e pensamento desagregado (alteração da forma do pensamento).

2)Alterações da senso-percepção: alucinações (auditivas, visuais, olfativas, etc.).

3)Alterações da consciência do eu: perda da autonomia, do limite, da identidade e da unidade do eu.

4)Alterações do afeto: incapacidade de vibrar com o sentimento, embotamento afetivo, frieza afetiva.

5)Alterações da volição (vontade): hipobulia (muito pouca vontade de fazer as coisas) e abulia (nenhuma vontade de fazer as coisas).

6)Alterações da psicomotricidade: estupor, agitação.

A Esquizofrenia apresenta mais do que uma forma clinica que pode ser classificada da seguinte maneira:

Formas Clínicas:

1)Esquizofrenia paranóide – predominam delírios e alucinações (melhor prognóstico).

2)Esquizofrenia hebefrênica – início jovem, mais grave, risos imotivados, etc.

3)Esquizofrenia catatônica – apresenta agitação psicomotora ou estupor, ou seja, a pessoa fica parada horas e horas numa posição.

4)Esquizofrenia residual – negativos sintomas estão presentes sempre (autismo, abulia, embotamento do afeto) e positivos sintomas estão presentes só que atenuados (delírios, alucinações).

5)Esquizofrenia indiferenciada – permanecem as ilusões, delírios, desorganizações da fala e do comportamento de forma acentuada.

Tratamentos:

1)Apoio, orientação, de psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais.

2)Medicação – antipsicóticos também chamados de neurolépticos.

3)Apoio à família orientando seus membros sobre a doença e como lidar com o doente.

4)Eventual internação hospitalar especializada em casos de agitação, tentativas de se agredir ou agredir outras pessoas, etc.

Evolução:

-         25% permanecem com defeitos de comportamento

-         50% permanecem com a doença que se torna crônica

-         25% evoluem para a cura

Prognóstico:

Há bom prognóstico se há: inteligência, início tardio da doença, melhor apoio familiar, diagnóstico precoce e tratamento adequado, e nas formas catatônicas e paranóides.

Há prognóstico ruim se há: déficit de inteligência, início cedo da doença, família desagregada, nas formas hebefrênicas e indiferenciadas (simples), e se há história de psicose na família.

 

 

O ciúme patológico e o desgaste no relacionamento por conta deste sentimento

Os problemas causados pelo excesso de ciúmes em um relacionamento pode não ficar somente nas consequências do desgaste da relação ou no término deste relacionamento. As consequências do ciume patológico podem se tornar sérias e drásticas, caso a pessoa que sente a perda tiver uma doença denominada ciúme patológico. Veja sobre teste de ciúmes, testes psicológicos e teste de personalidade.

O ciúme patológico se origina por diferentes causas, mas sempre permeado por uma insegurança e por uma baixa autoestima.

Esta insegurança no relacionamento pode ter sido gerada por fatos reais, ou seja, descoberta de traições, suspeita, provocações ou distanciamento do casal, mas também pode ter sido alimentada por fantasias de perdas.

Desta forma, se você sofre com problemas de ciúmes, ou se relaciona com alguém que seja e se este sentimento está causando problemas, não tenha medo de procurar ajuda. Esse é um passo muito importante que pode salvar você e seu relacionamento. A terapia é o melhor caminho para desvendar o que está por trás desses sentimentos doentios, aprendendo a lidar com eles e conquistando uma vida de qualidade, com relações saudáveis e gratificantes.

O ciúme patológico é uma doença que envolve pensamentos obsessivos e comportamentos compulsivos na tentativa de controle da outra pessoa, gerados pela insegurança e pela ideia de perda do relacionamento.

Este sentimento é geralmente dominado por pensamentos paranóicos, dúvidas infundadas, receios, fantasias e certezas vagas e imprecisas. Ele é como um vulcão em constante ameaça de erupção e tem um modo distorcido de vivenciar o amor ou a paixão prejudicando as relações interpessoais, chegando a causar muitos transtornos nas vidas dos envolvidos.

Mas, ainda que sejam traições e possibilidades reais, o ciumento patológico não consegue lidar com a perda da pessoa amada, pois a vê como posse sua, um objeto ao qual ele não está disposto a ceder e pode reagir de forma violenta, pois se trata de uma pessoa passional, que não consegue lidar com seus sentimentos de abandono, rejeição e solidão, defendendo-se de modo agressivo e impulsivo e, na maioria das vezes, desastroso.
Veja mais sobre esta categoria neste site de descubra um teste de ciúmes para identificar o nível deste sentimento em seu relacionamento.

Acesse as demais categorias de relacionamentos neste site e também sobre outros testes psicológicos.

 

Ciúmes doentio. Identificando o ciúmes antes que se torne insustentável a relação

O ciúme patológico ou ciume doentio. Como aprender a manter uma relação saudável e identificar o ciumes patológico ou doentio antes que ele se torne um fator insustentável para ambos na relação

Veja ainda neste site um teste para descobrir o quanto voce é ou está ciumenta. Teste de ciúmes. Teste de personalidade. Teste de ansiedade e Teste de depressão

É muito importante que cada um de nós perceba se a forma como estamos relacionando com a pessoa amada, está saindo fora do normal, se estamos ficando possessivos e quais hábitos estamos fortalecendo com a pessoa amada, como por exemplo: ficar telefonando mais que o normal, enviar mais mensagens que o normal, ficar vigiando facebook e outras redes sociais para tentar encontrar algo que vá causar atrito no relacionamento, etc.

O ciúme doentio pode causar problemas para quem sofre dessa patologia, mas também para a pessoa que o ciumento gosta, bem como para todas as pessoas que estão à volta deles. Por isso, se você convive com uma pessoa que é demasiadamente ciumenta sempre procure ter um diálogo aberto para que possíveis fatos geradores do ciúme sejam esclarecidos. Mas, se a pessoa ciumenta é irredutível em seus pensamentos e atitudes, demonstra-se agressiva e impaciente, procure afastar-se até que ela consiga realizar um tratamento e se conscientizar de que sofre de uma doença.

Consegue se perceber se o ciúme é normal ou doentio através do comportamento da pessoa. A pessoa que sente ciúmes de maneira doentia possui uma necessidade de sempre saber onde a outra pessoa está que horas voltará. Ela tem a necessidade excessiva de controlar a outra pessoa e não gosta de quem ninguém se aproxime, pois sente-se ameaçada com a aproximação de outras pessoas, achando que irá perder a pessoa de que gosta. O fuxico também faz parte do ciúme doentio. Acesso compulsivo ao telefone celular para verificar ligações e mensagens e as redes sociais da pessoa amada também demonstra um excesso de ciúme.

O ciúme é um estado da pessoa de sentir medo de perder alguém de que se gosta muito. Quando o ciúme é caracterizado como normal, o comportamento de quem está sentindo esse sintoma e de preocupação e ele geralmente ocorre baseado em fatos concretos. Sentir ciúmes é normal, mas desde que ele seja demonstrado com limites pra que esse sentimento não acabe gerando um problema. O problema é quando esse ciúme ocorre de maneira duradoura, com muita frequência e sem motivos. Nesse caso, o ciúme pode ser entendido como um ciúme doentio.

 

Curso na área da Psicologia CETES Hcor. Atendimento a vítimas e a emergências

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Segue abaixo um curso para diferentes profissionais, inclusive Psicólogos

Buscando preparar o profissional de saúde (Enfermeiros, Médicos, Psicólogos, Fisioterapeutas e outros) para reconhecer várias situações de emergência, o CETES HCor oferece o curso BLS. Nele, além de aprimorar suas habilidades de resgate de vítimas adultas, lactantes e crianças, você também treina reanimação cardiopulmonar, manobras de desobstrução das vias aéreas e o uso do desfibrilador externo automático. Acesse o link para conferir todas as informações
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Como medir a depressão em 10 perguntas. Teste Psicológico para medir a Depressão

Teste de depressão em 10 perguntas.  Descubra e identifique sinais de depressão e de tristeza vivenciados nos últimos dias por meio de 10 perguntas. Teste de depressão

Veja também sobre outros testes psicológicos, teste de ansiedade, teste para TDAH, teste de personalidade, Acesse a categoria de testes neste site e conheça sobre diversos Testes psicológicos.

Este teste de depressão pode auxiliar para que você identifique o quanto a depressão pode estar atrapalhando sua vida e seus relacionamentos, bem como ajuda a orientar a necessidade de busca de uma avaliação mais apurada com profissionais especializados como Psicólogos e Psiquiatras.

Responda as questões abaixo e para cada resposta atribua uma pontuação de 1 a 5.

Ao responder as perguntas considere como se sentiu nos últimos 10 dias ou na última semana.

Teste de Depressão:

Atribua  5 = frequentemente (muitas vezes, foi muito afetado por isso)

Atribua  3 = regularmente (nem muito nem pouco, foi pouco afetado por isso)

Atribua  1 = raramente (praticamente não foi afetado por isso)

Na ultima semana sentiu-se com dificuldades:

  1. Teve grande incidência de pensamentos negativos                                                        (     )
  2. Sofreu com insônia, alterações do sono, sono incompleto                                         (     )
  3. Não conseguiu se concentrar no trabalho ou atividades e tarefas                           (     )
  4. Houve aumento do cansaço físico experimentado no final do dia                           (     )
  5. Deixou de realizar tarefas ou concluir assuntos importantes                                    (     )
  6. Sentiu-se inseguro, descapacitado e com dificuldades de realizar atividades    (     )
  7. Teve vontade de desistir e de sumir ou se distanciar de tudo e de todos              (     )
  8. Teve problemas digestivos  e de alimentação, perda ou aumento de apetite      (     )
  9. Teve  dores de cabeça, mal estar, tontura, problemas de visão                                (     )
  10. Sentiu perda de energia, fraqueza corporal, fadiga excessiva                                    (     )

Resultados:

Faça a somatória dos pontos e identifique a categoria sobre os efeitos do estresse e da ansiedade em sua vida neste momento:

Pontuação  entre  40  as  50  pontos  =  Nível de Depressão alto  (busque avaliação médica e profissional, pois este índice demonstra grande comprometimento em sua vida e seu bem-estar)

Pontuação entre 30 a 40 pontos = Nível depressivo acima do normal (importante ter reavaliar seus pensamentos, pois as conexões negativas que fazemos podem favorecer cada vez mais o quadro depressivo e consequentemente aparecerem sinais físicos prejudicando seus relacionamentos e sua saúde).

Pontuação entre  20 a 30 pontos = Nível depressivo médio o que pode significar momentos de vida que estão exigindo maior atenção e preocupação, ou ainda, que estão coincidentemente acontecendo fatos negativos que fazem aumentar  a desmotivação e cansaço diário). Aconselhável focalizar pontos positivos para que possam combater as situações negativas e aumentar o enfrentamento.

Pontuação entre 10 e 20 pontos = Nível de tristeza e não demonstra quadro depressivo , relacionados com situações de perdas transitórias ou situações habituais negativas nas quais todos podemos estar incluídos. Seria impossível atravessarmos a vida sem situações negativas, uma vez que não podemos e nem conseguimos controlar o futuro e todas as situações que nos circulam. Aconselhável focalização nos pontos positivos e em atividades de lazer para combater os pensamentos negativos e aumentar o foco de enfrentamento das dificuldades.

Pontuação de 0 a 10 pontos = Nível de tristeza pouco comprometedor, uma vez que a pontuação indica grande capacidade de enfrentamento e que as atividades negativas decorrentes dos acontecimentos da vida conseguem ser minimizadas.

 

Teste de 10 perguntas para detectar a ansiedade. Novo teste para detectar Ansiedade e Estresse

Faça o Teste de Ansiedade  e teste de estresse em 10 perguntas. Descubra se no momento atual de sua vida estes fatores estão influenciando nos seus relacionamentos e na sua saúde.

Faça ainda outros testes de ansiedade, teste de depressãotestes de estresse, testes de personalidade e outros testes psicológicos explorando estes itens em nosso site.

Teste de Ansiedade e Teste de Estresse em 10 perguntas

Responda as perguntas abaixo e depois some sua pontuação para identificar sinais de alta ansiedade e estresse

Coloque o número correspondente em cada frase de acordo com  como se sentiu na ultima semana:

5 = frequentemente (muitas vezes, foi muito afetado por isso)

3 = regularmente (nem muito nem pouco, foi pouco afetado por isso)

1 = raramente (praticamente não foi afetado por isso)

Na ultima semana sentiu-se com dificuldades:

  1. Em relação ao cansaço físico experimentado no final do dia                                        (     )
  2. Em relação aos pensamentos e preocupações com tarefas e compromissos         (     )
  3. Em relação a dormir (teve insônia, alterações do sono, sono incompleto)            (     )
  4. Em relação a manter-se concentrado em assuntos ou tarefas                                      (     )
  5. Em relação a terminar uma tarefa, concluir um assunto                                                 (     )
  6. Em relação a sentimento de insegurança, receios e preocupações com futuro     (     )
  7. Em relação a problemas digestivos  e alimentação                                                            (     )
  8. Em relação a dores de cabeça, mal estar, tontura, problemas de visão                    (     )
  9. Em relação a pensamentos negativos e desconfianças                                                     (     )
  10. Em relação a perda de energia, perda de motivação, desinteresse geral                 (     )

Resultados:

Faça a somatória dos pontos e identifique a categoria sobre os efeitos do estresse e da ansiedade em sua vida neste momento:

Pontuação  entre  40  as  50  pontos  =  Alto nível de estresse e ansiedade (busque avaliação e tente diminuir suas tensões com maior distração e lazer para compensar os efeitos nocivos do estresse e da ansiedade em sua vida)

Pontuação entre 30 a 40 pontos = Nível de estresse e ansiedade acima do normal (importante ter compensações de lazer e diminuir as preocupações diárias para evitar um acúmulo e desgaste, prejudicando seus relacionamentos e sua saúde).

Pontuação entre  20 a 30 pontos = Nível de estresse e ansiedade considerados médio (normal) em relação ao padrão habitual, uma vez que as atividades cotidianas trazem uma necessidade de investir energia e nem sempre todos os resultados são perfeitamente atingíveis em todo o tempo.

Pontuação entre 10 e 20 pontos = Nível de estresse de baixo normal em relação ao padrão habitual, mostrando que consegue atingir seus objetivos com satisfação e prudência, não prejudicando resultados facilitando com mais frequência os resultados positivos nos relacionamentos e mantendo a saúde em níveis adequados a ótimo

Pontuação de 0 a 10 pontos = Nível de estresse e ansiedade muito abaixo da média, indicando pouca energia a assuntos cotidianos que podem prejudicar o interesse em novas metas ou desrealização com a vida.

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